Dúvida URGENTE

As diferentes correntes e modelos teóricos. Novas abordagens e novos contextos de intervenção. A teoria e a prática, os conceitos e as estratégias. Preocupações éticas e deontológicas. etc.

Moderador: César

sandraF
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Mensagempor sandraF » terça fev 02, 2010 11:12 am

Como penso que sabe, não tenho que lhe dar nenhum tipo de comentário que a colega entenda que seja produtivo. Até porque os seus comentários não o são minimamente, são sim carregados de agressividade e sarcasmos ... diga de uma vez qual é o seu problema. Eu limitei-me a falar sobre uma situação que aconteceu ... a a colega decidiu atacar, quem estiver a ler isto, sabe do que estou a falar. Se quer defender a sua posição e a de quem entra por mérito, muito bem, eu também o faço. Porque também estou no lugar que estou por mérito e não por contactos pessoais. Eu não tenho nada contra quem foi convidado, porque tem experiência, porque teve mérito no trabalho que realizou, porque fez um óptimo estagio, porque apostou em formação ... enfim o que seja. Tenho sim, contra situações de injustiça, como as que já presenciei e que referi aqui. Volto a dizer o comentário não foi para ninguém no fórum, como é fácil de perceber ... penso eu, menos para a colega, claro. Porque esta tão empenhada em defender a sua posição, que esquece tudo o resto, espero que não queira dizer nada. Assim como a sua determinação em me chamar ressabiada .... que também gostava que me explicasse melhor ... A única coisa que fiz com algum sarcasmo, admito, falar de uma situação confirmada e que conheço, que eu saiba isso não significa ser ressabiada ...
psiana
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Mensagempor psiana » terça fev 02, 2010 11:29 am

Vamos por partes e dissecando todo o seu “interessante” discurso:
1 – De facto, a MIM, não tem que dar nenhucomentario construtivo, dispenso, mas obrigada por, mais uma vez, apontar as armas para este lado! Mas ao resto dos leitores, creio que mereciam não ter que levar com os seus secos comentários, duros e dignos de quem está de mal com o mundo inteiro;
2 – Se sente os meus comentários como agressivos ou sarcásticos, aconselho-a a lê-los melhor e verá que está a ver coisas onde não existem. Se se sente agredida, problema seu, nesta fase já me apetece até mandá-la à fava! e sim, agora estou mesmo a ser agressiva… ah, a agressividade é inata, mas trabalha-se sabia? Já a falta de educação…
3 – Não tenho problema nenhum, a não ser de lidar muito mal com gente invejosa e mal-educada. Mais explicito ainda?
4 – Aqui já toda a gente conhece a sua “história”, aquela que lhe correu mal e que não a deixou entrar onde queria. Já sabemos que fez um feito histórico e denunciou a quem de direito! Boa! Quer palmas, é? Escuda de estar a apregoá-la aos 7 ventos, já não há pachorra, Sandraf.!
5 – Já lhe disse, mas volto a dizer sem problemas nenhuns, que não estou a defender o meu lugar, até porque a SandraF. Não me conhece (acho eu) e não sabe qual é o meu lugar, portanto, isso só faria sentido se me sentisse ameaçada por si, o que não é de todo o caso.
6 – Em relação ao chamar-lhe ressabiada, eu explico o uso do termo, com todo o gosto: tem que ver com a forma bruta com que denuncia o que lhe aconteceu, o despeito, a amargura que brota das suas palavras e a forma como atacou, sim, leu bem – atacou - uma colega num outro post (referente ao trabalho nas ARS) e me ataca a mim também agora e tentou (pelo menos) atracar a pobre colega que apenas veio colocar uma dúvida… Quase que até me atrevo a dizer que sempre que se trata deste tema, lhe vem ao de cima toda a raiva que conteve e ainda não conseguiu digerir e desata a atirar para todos os possíveis alvos.

Bem, este assunto já deu o que tinha a dar e para lavar roupa suja, este não é o melhor sitio. Se quiser falar comigo até o meu contacto lhe dou, mas por favor, pare de poluir este fórum com maus sentimentos.

Tenha um bom dia
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Mensagempor sandraF » terça fev 02, 2010 7:57 pm

OHHHh Meu Deus ... É escusado comentar mas não consigo, é demasiado grave o que escreve. Sempre gostava de saber a que se refere quando diz " toda a gente conhece a sua “história”, aquela que lhe correu mal e que não a deixou entrar onde queria" .... agora decidiu inventar .... arranje o que fazer e não invente histórias. No mundo do trabalho tem que existir igualdade de oportunidades, o mais possível, sabe o que é isso??? Eu continuo sem saber qual é o seu problema, desde insultos, insinuações / afirmações maldosas, quem é você para avaliar a minha amargura ou agressividade e já agora para me mandar à fava.
esmeraldex
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Mensagempor esmeraldex » terça fev 02, 2010 8:10 pm

:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
Olha quem é ela... a "amiga" SandraF!
Psiana aceite um conselho e vá antes bater com a cabeça na parede porque daí não leva nada... falar para essa "colega" é o mesmo que falar para uma porta! o tacho que ela queria já tinha tampa :lol: :lol: :lol:

Adorei o "ressabiada"!
psiana
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Mensagempor psiana » terça fev 02, 2010 9:25 pm

LOL

Obrigada Esmeraldex! mas estou habituada a casos difíceis... :wink:

Falando de coisas que valem a pena:
madalena.carreira, já conseguiue sclarecer a sua dúvida? afinal sempre pode ou não integrar a equipa da UCC?
Gugu
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Mensagempor Gugu » quarta fev 03, 2010 8:52 am

Adoro favas... se a SandraF. quiser companhia, até alinho nessa! 8)
Joao_Freire_FHP
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and the other way around?

Mensagempor Joao_Freire_FHP » segunda jul 05, 2010 4:33 pm

Gostava que o inverso se proporcionasse: que a lei fosse tão impeditiva de um psicologo clinico trabalhar numa escola como é impeditiva de psicologo educacional ser tss.

venham os colégios de especialidade...
psiana
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Re: and the other way around?

Mensagempor psiana » segunda jul 05, 2010 5:40 pm

Joao_Freire_FHP Escreveu:Gostava que o inverso se proporcionasse: que a lei fosse tão impeditiva de um psicologo clinico trabalhar numa escola como é impeditiva de psicologo educacional ser tss.

venham os colégios de especialidade...


Colega João

Tal como você, não vejo a hora da chegada dos colégios de especialisdade!
Agora diga-me uma coisa: na escola onde trabalha não há meninos com problemas que necessitam de tratamento específico da colegas de clínica? melhor dizendo, será que um psicólogo de clínica não tem trabalho "edspecifico" da área de clínica? um psicólogo clínico na sua escola faz o quê, avaliações para o ensino especial (que devem ser feitos pelos de educacional)? acho que há trabalho para ambas as pré-especializações! da mesma forma que me faria sentido uma colega de educacional nos serviçso de saúde, trabalhando na área que lhe compete e para a qual foi formada.
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Re: and the other way around?

Mensagempor Joao_Freire_FHP » segunda jul 05, 2010 11:59 pm

Colega João

Tal como você, não vejo a hora da chegada dos colégios de especialisdade!
Agora diga-me uma coisa: na escola onde trabalha não há meninos com problemas que necessitam de tratamento específico da colegas de clínica? melhor dizendo, será que um psicólogo de clínica não tem trabalho "edspecifico" da área de clínica? um psicólogo clínico na sua escola faz o quê, avaliações para o ensino especial (que devem ser feitos pelos de educacional)? acho que há trabalho para ambas as pré-especializações! da mesma forma que me faria sentido uma colega de educacional nos serviçso de saúde, trabalhando na área que lhe compete e para a qual foi formada.[/quote]

Sem dúvida que no campo do ideal, qualquer organização dispõe de uma equipa multidisciplinar. Aliás, tenho essa sorte: para além de mim, que trabalho na escola, temos uma parceria, com uma empresa subsidiada pela segurança social, cuja equipa é constituída, entre outros técnicos, por psicólogos clínicos. O mesmoo raciocínio se aplica a necessidade de enfermeiros, médicos, assistentes sociais, entre outros.

Contudo, no domínio global do que são necessidades de uma escola (e temo que não seja facil a quem não está numa compreende las), o papel do psicólogo é e deve ser educativo/escolar. Se ele tem essa formação de base, creio que leva a vantagem. Se se especializou, aprendeu pela experiencia ou gosta tanto que se trancou em casa a ler livros, já não posso avaliar se é mais ou menos competente.
Para mim é categórico: a formação nas necessidades educativas especiais, uma formação sólida e científica na orientação vocacional, o desenvolvimento de modelos promocionais e preventivos de educação, formação em consulta psicológica educacional, competencias de formação de agentes educativos, conhecimento da historia, cultura e estrutura do sistema educativo, etc, constitui-se numa lingua que só a formação de base ou muita muita experiência ensinam a falar.

Nenhum psicólogo exclui o exercício profissional de outro. Mas cada pessoa deve ser honesta o suficiente para saber que lugar deve ocupar.

cumps e venham daí os colégios!
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Mensagempor madalena.carreira » terça jul 06, 2010 10:48 am

Concordo plenamente com o João. Pode ser que a ordem faça alguma coisa nesse sentido, mas dúvido pois a maioria dos seus membros são de clinica.
Infelizmente os psicólogos clinicos (pelo menos a maioria) deitam mão a tudo quanto podem, sem se preocupar se está no seu âmbito de actuação, e são os 1ºs a dizer que os psicólogos educacionais não podem fazer isto ou aquilo... :(
No caso em questão as psicólogas do Agrupamento de Centros de Saúde são todas de clinica e apenas uma se mostrou receptiva à ideia de ter uma psicóloga educacional como colega (que por coincidência tem uma amiga que dp de tirar a Lic. em clinica fez mestrado em educacional...). Nas escolas da zona de abrangência do Agrupamento de Centros de Saúde as psicólogas também são de clinica. Por isso por vezes as crianças e suas familias andam tipo bola de ping-pong...
psiana
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Mensagempor psiana » terça jul 06, 2010 11:17 am

Madalena e João

Pelos visto estamos todos de acordo.
Por exepriência própria (trabalhei alguns anos numa escola como psicóloga clínica) posso dizer que muito dificil por vezes fazer o que é suposto nesse espaço pois para além das muitas solicitações vindas de todos os lados (sobretudo dos professores em alturas de avaliações) há sempre coisas que vão acontecendo in loco e que fazem com que os miudos nos vão parar ao gabinete. Se é um trabalho inglório? oh, claro que é e os frutos são muito poucos os que se colhem.

Agora a Madalena também sabe a razão pela qual os colegas que estão nos agrupamentos de c.s.'s são de clínica, ou não sabe? lembra-se dos estágios de carreira tão famosos? pois é, é graças à legislação que existe que apenas os que passam peloa especialidade podem entrar na carreira de TSS e, consequentemente, entrar nos concursos. Portanto, se eu tiver uma pré-especialização em clínica mas não tiver feito o estágio de carreira estou na mesma! tal como a Madalena (a não seu que tenha tido um convite como o seu)! a única vantagem é que eu tenho um know how diferente por já ter tido uma formação em clínica MAS que, CONTUDO, não me impede de "fechar os olhos" ao mundo e cingir-me à clínica.

Digo-lhe outra coisa (e espero não ferir susceptibilidades, mas tenho muitas amigas nesta situação, o que me aflige muito), Madalena: tenho colegas de clínica (sem a especialização) que trabalham em c.s. há mais de 10 anos e que têm contrato só até dia 31 de Julho. Acha justo elas terem que sair do seu emprego (e com elas tudo o trabalho que fizeram) e deixar os seus utentes só porque não podem abrir concurso para elas porque a legislação não permite? eu não acho! acha justo elas terem que sair e entrarem para o lugar delas estagiários (que tambémm, obviamente não têm a especialidade)? eu não acho! acha justo no lugar delas ficar outra pessoa do serviço que desempenhava uma função qualquer que não a psicologia e entretanto tirou a licenciatura e entra para o lugar só por ter mais anos de serviço? eu não acho! desculpe, mas é a minha oipinião e não quero de todo magoá-la com o meu comentário.

A Madalena também deve saber que a função do PSICÓLOGO DA SAÚDE não é de todo fazer APENAS CONSULTA PSICOLÓGICA, certo? se as coisas estivessem como deve ser, nos c.s.'s fazia-se educação para a saúde, trabalho de maior proximidade com as comunidades (como você está a fazer nas UCC's), formação, consultoria e claro, também consultas. Repare, isto não é uma guerra, trata-se de colocar cada um um deve estar. Dou-lhe outro exemplo: chega-me uma pessoa com ideação suicida ao c.s.. Essa pessoa deveria estar a ser seguida num departamento de psicquiatria num hosiptal, em cuidados diferenciados e por colegas de CLÍNJICA e não em cuidados de saúde primários, pois nos CSP trabalha-se (idealmente) ao nível da prevenção, concorda? Se formos por aí, eu também recebo muita coisa que deveria estar a ser seguida noutros sitios, inclusivé por colegas de criminal!

Como disse, Madalena, eu não sei se os colegas que estão na Ordem são maioritariamente de clínca ou não, mas também não creio que isso importe muito. Conhecço muito bons profissionais de clínica que, lamentavelmente, estão desempregados ou vêem os seus lugares ocupados por colegas de outras áreas. Acredito que a Ordem está a fazer o melhor que pode e o que em 30 anos NINGUÉM pegou. Há coisas que serão para melhorar, concerteza mas para isso ele stêm uma porta aberta e um mail e trelefone à disposição. Reclame, se não está satisfeita com alguma coisa! devemos denunciar situações que nos parecem irregulares! a mim parece-me que eles têm muita vontade em ajudar...


Espero que o "tom" apaixonado com que falo do assunto não pareça uma discussão!


Já agora deixo-lhe, Madalena, um contacto que lhe pode ser muito util no esclarecimento de algumas dúvidas. Trata-se da ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PSICÓLOGOS DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS - http://sites.google.com/site/appsiccsp/

Cumprimentos
Zimbardo
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Mensagempor Zimbardo » terça jul 06, 2010 11:37 am

Bonito bonito vai ser com as vagas de organizações/trabalho às quais os clínicos também deitam a mão. Venham os colégios, venham eles :)
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Mensagempor psiana » terça jul 06, 2010 12:09 pm

Todos queremos o mesmo, verdade? :lol:
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Mensagempor asilvestre » terça jul 06, 2010 12:24 pm

Eu não vejo mal nenhum de um psicólogo com pré-especialização em x trabalhar na área y desde que tenha feito formação complementar para tal. Mas este é um parecer pessoal...

Pelo que sei é possível um psicólogo inscrever-se em mais que um colégio de especialidade (pelo menos, se não estou em erro, na vizinha Espanha podem inscrever-se em dois). Mas este é um assunto em que falo sem certezas!

Mas...
O que faziam com o seguinte caso: um psicólogo tira o curso de psicologia com pré-especialização na área organizacional, mas como entretanto não conseguiu arranjar emprego, durante uns anos foi fazendo uma excelente formação complementar em clínica e acaba por conseguir um emprego no âmbito da clinica, por exemplo, num consultório. Faz, imaginemos, 5 anos de experiência nesse consultório.
Entretanto aparecem finalmente os colégios de especialidade. Em qual colocar esse psicólogo?! Eu sinceramente acho que devia ser colocado nos dois: organizacional e clinica, ou seja, apto a trabalhar em ambas as áreas.

Deixem as vossas opiniões.
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Mensagempor madalena.carreira » terça jul 06, 2010 12:44 pm

Infelizmente eu não estou a exercer funções de psicóloga na UCC, pois apesar do convite e do apoio dos profissionais com quem trabalhei durante o meu estágio curricular noutra instituição que trabalha em parceria com o C. de Saúde (e que portanto conhecem o meu trabalho) a ARS indeferiu o meu pedido alegando eu tinha de ser de Clinica, ter estágio profissional e estágio na especialidade :( - que a legislação em termos de Min da Saúde não deixa margem para dúvidas - como se não houvesse trabalho para os psicólogos educacional :cry:

Eu n ia roubar o lugar a ninguém pois eu já sou do quadro, queria passar a técnica superior do regime geral (tal como os assistentes sociais) e há vagas no quadro...

As psicólogas que lá estão n têm mãos a medir e as listas de crianças à espera de 1ª consulta são intermináveis... mtas delas c/ problemas de comportamento, prob. de aprendizagem, prob. de desenvolvimento, etc. -na minha área de intervenção :? que mtas vezes acabam por encaminhar para a consulta de desenvolvimento do Hospital de Santa Maria para serem atendidas por uma psicóloga educacional :? vamos lá entender isto

Supostamente elas fazem EDUCAÇÃO para a saúde, EDUCAÇÃO ESCOLAR, INTERVENÇÃO PRECOCE entre mtas outras coisas...claro que quantidade, normalmente compromete a qualidade...

Uma boa noticia para as suas colegas que estão a contrato a termo certo nos C. de Saúde é que foi renovado por mais 1 ano até sair concurso para CTPFTI - q claro, espero que entrem
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Mensagempor psiana » terça jul 06, 2010 1:25 pm

Obrigada Madalena pela tua resposta.
Quanto à "boa" noticia, o que ouvi é que não se trataria de um "prolongamento" ou renovação de 1 ano, mas sim um prolongamento até o procedimento concursal estar resolvido, isto é, todos os TSS estarem integrados e as vagas ocupadas. Se evetualmente sobrassem lugares vagos, aí sim, poriam alguns contratados entretanto desempregados.
Madalena, caso não saibas quem está em regime geral também corre o risco de sair. O contrato é em regime geral mas para o desempenho de funções de TSS, ou seja, não é carne nem peixe!para o que interessa és regime geral para outras coisas já tens que ser TSS, enfim... os pedidos de esclarecimento continuam a cair no Ministério da Saúde e no ACSS e as respostas nunca chegam... :(

Desejo-te as maiores felicidades no teu percurso profissional e muito me honraria ter mais colegas a trabalhar comigo pis, de facto, trabalho é o que não falta e não se consegue dar resposta!
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Mensagempor psiana » terça jul 06, 2010 1:36 pm

madalena.carreira Escreveu:Uma boa noticia para as suas colegas que estão a contrato a termo certo nos C. de Saúde é que foi renovado por mais 1 ano até sair concurso para CTPFTI - q claro, espero que entrem


Não me expliquem muito bem atrás, acho eu, pelo que vou tentar compor a coisa ;)

Mesmo que abram concurso CTPFTI o problema estará na forma como o abrem. Imaginemos que colocam como critério de exclusão ter feito estágio de carreira ou ter tido equiparação, aí APENAS quem o fez poder ser admitido (concorrer todos podemos!), logo, os que entretanto estão em regime geral (porque era a única forma de poderem, efectivamente, estar nos locais onde estão e a fazer o que fazem suprindo as necessidades da ARS) não terão sorte :(
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Mensagempor Joao_Freire_FHP » domingo jul 11, 2010 1:16 pm

[quote="asilvestre"]

Mas...
O que faziam com o seguinte caso: um psicólogo tira o curso de psicologia com pré-especialização na área organizacional, mas como entretanto não conseguiu arranjar emprego, durante uns anos foi fazendo uma excelente [u]formação complementar [/u]em clínica e acaba por conseguir um emprego no âmbito da clinica, por exemplo, num consultório. Faz, imaginemos, 5 anos de experiência nesse consultório.
Entretanto aparecem finalmente os colégios de especialidade. Em qual colocar esse psicólogo?! Eu sinceramente acho que devia ser colocado nos dois: organizacional e clinica, ou seja, apto a trabalhar em ambas as áreas.

Deixem as vossas opiniões.[/quote]

Tal como tinha dito, se houve formação complementar e experiência, desde que sejam ciêntificamente válidas (ou seja, formação em NEE não é o mesmo que estar apto para ensino especial, porque falta a base de formação em educação), claro que sim. tenho uma colega em educação de quem não duvido da competencia e tem formação base em organização. por experiência, formação, etc. está na educação!

não é disso que se trata: trata-se sim de se achar que modelos clínicos ou outros se aplicam directamente a contextos educativos porque "a psicologia é toda a mesma" e "é preciso dar consultas". Neste momento, estou envolvido ao nível europeu em modelos de avaliação de psicólogos em contexto escolar e deixem me que vos diga: na minha opinião, psicólogos pau para toda a obra têm de acabar. A necessidade de emprego não pode transpor a necessidade de regulamentação.

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Re:

Mensagempor saravilar » quarta jan 05, 2011 12:31 pm

João dixit:


"não é disso que se trata: trata-se sim de se achar que modelos clínicos ou outros se aplicam directamente a contextos educativos porque "a psicologia é toda a mesma" e "é preciso dar consultas". Neste momento, estou envolvido ao nível europeu em modelos de avaliação de psicólogos em contexto escolar e deixem me que vos diga: na minha opinião, psicólogos pau para toda a obra têm de acabar. A necessidade de emprego não pode transpor a necessidade de regulamentação."


Haja alguém que saiba o que está a falar!!!

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