TOC e SII
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O Psicologia.pt não é responsável pelas intervenções dos vários participantes neste Fórum, sendo o teor desses conteúdos, bem como a utilização que se faça dos mesmos, da exclusiva e total responsabilidade de cada utilizador.
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O Psicologia.pt não se responsabiliza pelo rigor técnico e científico, idoneidade e respeito pelos princípios éticos e deontológicos de toda e qualquer participação.
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Urostomizado
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TOC e SII
O que me podem dizer sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo e a Sindrome do Intestino Irritável? Já andei a pesquisar sobre estes dois assuntos, já li alguns textos e explicações, mas gostava de saber a vossa opinião. Obrigado.
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Cristina Silva
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Re: TOC e SII
Urostomizado Escreveu:O que me podem dizer sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo e a Sindrome do Intestino Irritável? Já andei a pesquisar sobre estes dois assuntos, já li alguns textos e explicações, mas gostava de saber a vossa opinião. Obrigado.
O que é que pretende explorar exactamente?
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Urostomizado
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Re: TOC e SII
Cristina Silva Escreveu:Urostomizado Escreveu:O que me podem dizer sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo e a Sindrome do Intestino Irritável? Já andei a pesquisar sobre estes dois assuntos, já li alguns textos e explicações, mas gostava de saber a vossa opinião. Obrigado.
O que é que pretende explorar exactamente?
Gostava apenas de compreender do que se trata o transtorno e a sindrome, como é que surgem, sintomas e formas de evitar o reaparecimento dos mesmos.
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Cristina Silva
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Re: TOC e SII
Urostomizado Escreveu:
já li alguns textos e explicações, mas gostava de saber a vossa opinião. Obrigado.
Como tinha dito que já tinha lido textos e explicações e só queria opiniões, achei que o pretendia era apenas esclarecer algumas coisas. Talvez seja melhor especificar as suas dúvidas ou curiosidades sobre o que já leu, pois com certeza saberá sobre as descrições e sintomas das doenças que indica.
Re: TOC e SII
Urostomizado Escreveu:O que me podem dizer sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo e a Sindrome do Intestino Irritável? Já andei a pesquisar sobre estes dois assuntos, já li alguns textos e explicações, mas gostava de saber a vossa opinião. Obrigado.
Você quer dizer Sindrome do Cólon Irritável!!!
Como disse a colega, especifique as suas dúvidas, para não perdermos tempo a definir cada uma das perturbações!
FUI ROUBADO NO Nº DE MENSAGENS QUE TINHA NO FÒRUM E POR VEZES APAGAM OS MEUS POST´S!!!
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Urostomizado
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Cristina Silva Escreveu:Urostomizado Escreveu:
já li alguns textos e explicações, mas gostava de saber a vossa opinião. Obrigado.
Como tinha dito que já tinha lido textos e explicações e só queria opiniões, achei que o pretendia era apenas esclarecer algumas coisas. Talvez seja melhor especificar as suas dúvidas ou curiosidades sobre o que já leu, pois com certeza saberá sobre as descrições e sintomas das doenças que indica.
psirui Escreveu:Urostomizado Escreveu:O que me podem dizer sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo e a Sindrome do Intestino Irritável? Já andei a pesquisar sobre estes dois assuntos, já li alguns textos e explicações, mas gostava de saber a vossa opinião. Obrigado.
Você quer dizer Sindrome do Cólon Irritável!!!![]()
Como disse a colega, especifique as suas dúvidas, para não perdermos tempo a definir cada uma das perturbações!
Como disse, já andei a ler sobre este assunto, mas por mais que leia, nada é mais esclarecedor do que ter uma opinião sobre alguém que está por dentro da matéria, pelo que gostava que me dessem, se possivel, uma breve explicação sobre do que se trata o transtorno e a sindrome, como é que surgem, sintomas e formas de evitar o reaparecimento dos mesmos.
Em relação à confusão entre nomes, os textos que li tanto mencionavam Sindrome do Intestino Irritável, como Sindrome do Cólon Irritável. Depreendi que a diferença estava entre os textos escritos em português e em "brasileiro".
O que me faz pesquisar sobre estes assuntos e colocar estas questões é que nos ultimos meses tenho notado algumas mudanças no meu comportamento, mudanças essas que, depois de pesquisar, suspeito tratar-se de TOC e SII ou SCI.
Posso dar alguns exemplos: tenho uma necessidade gigantesca de ter tudo o que está ao meu redor organizado, tento fazer sempre tudo de forma metódica e quando alguma coisa foge a esta normalidade fico de imediato num estado alterado, nervoso e com uma sensação de ardor no cólon.
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Cristina Silva
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De facto, o transtorno obsessivo/compulsivo, tem normalmente uma ligação directa com aspectos físicos, nomeadamente do trato intestinal e do cólon. A maioria das pessoas com traços obsessivos de carácter tem problemas de prisão de ventre, por exemplo (isso não quer dizer que quem tem problemas de prisão de ventre seja obrigatoriamente uma pessoa com personalidade obsessiva/compulsiva).
Isso tem a ver com o funcionamento psíquico de retenção, de dificuldade em deixar vir à tona determinados conteúdos emocionais (conteúdos ligados a emoções de raiva e agressividade, de obediência e desafio).
O transtorno obsessivo/compulsivo pode-se manifestar de várias formas em termos de comportamento: pode ser a “mania” das limpezas, da ordem, de não conseguir deitar nada fora e guardar tudo, de escrupulosidade e meticulosidade, entre outras. A parte compulsiva também se pode manifestar de várias formas: lavar as mãos constantemente, voltar atrás várias vezes para verificar se o gás ou as portas estão fechadas, ser muito intelectualizado e reter toda a informação, etc.
O como é que surgem? Tem a ver com a história de vida de cada um e com as relações que a rodearam. Mas a sua formação (ficar com traços de carácter obsessivos/compulsivos), é muito precoce e situa-se numa fase de crescimento infantil, denominada pela psicanálise de fase anal (ou seja, aquela fase em que a criança começa a largar as fraldas e começa a tentar controlar o seu funcionamento intestinal) e a preocupação dos adultos à sua volta que se centra nos hábitos intestinais da criança e estende-se a outras áreas com compreendem a sujidade e a limpeza.
A criança desenvolve conceitos mágicos que associam a sujidade com agressão e desafio, conduzindo tal a um medo culposo e à expectativa de punição. Estes conceitos da criança, baseiam-se em regras paternas e culturais relacionadas com os perigos da sujidade, dos germes e com o desafio à autoridade. Esta fase será mais saudável ou menos saudável (levando à formação de características obsessivas/compulsivas), conforme a forma como os adultos de referência para a criança, lidaram com ela nesta sua fase de desenvolvimento natural. A punição ou a não-aceitação da sujidade, a exigência de limpeza extrema ou a humilhação perante o seu comportamento “não muito limpo”, contribuem para a formação das características de que aqui falamos.
Depois, tudo se fixa ou não, conforme o resto do percurso relacional da pessoa, até à idade adulta.
Esta explicação é muito resumida e não contempla vários aspectos.
A forma de combater esta forma de funcionar, só através de tratamentos sempre aliados a uma psicoterapia. Numa situação em que a pessoa é completamente dominada pela compulsão (por exemplo pessoas que têm necessidade de lavar tantas vezes as mãos que chegam a fazer ferida ou aquelas que têm de voltar a casa várias vezes para confirmar isto ou aquilo, pondo em causa a sua vida laboral, ou que já não conseguem fazer mais nada porque perdem todo o tempo e energias com a limpeza e a ordem, ou que têm de ler as coisas até as fixarem e entram em ansiedade de não conseguirem esse objectivo, entre vários outros exemplo), penso haver medicação que ajuda a “acalmar” a compulsão. Mas a psicoterapia (e bastante longa, durante anos) é o tratamento mais indicado porque só através dela é que pode haver modificação na personalidade.
Cristina Silva
Isso tem a ver com o funcionamento psíquico de retenção, de dificuldade em deixar vir à tona determinados conteúdos emocionais (conteúdos ligados a emoções de raiva e agressividade, de obediência e desafio).
O transtorno obsessivo/compulsivo pode-se manifestar de várias formas em termos de comportamento: pode ser a “mania” das limpezas, da ordem, de não conseguir deitar nada fora e guardar tudo, de escrupulosidade e meticulosidade, entre outras. A parte compulsiva também se pode manifestar de várias formas: lavar as mãos constantemente, voltar atrás várias vezes para verificar se o gás ou as portas estão fechadas, ser muito intelectualizado e reter toda a informação, etc.
O como é que surgem? Tem a ver com a história de vida de cada um e com as relações que a rodearam. Mas a sua formação (ficar com traços de carácter obsessivos/compulsivos), é muito precoce e situa-se numa fase de crescimento infantil, denominada pela psicanálise de fase anal (ou seja, aquela fase em que a criança começa a largar as fraldas e começa a tentar controlar o seu funcionamento intestinal) e a preocupação dos adultos à sua volta que se centra nos hábitos intestinais da criança e estende-se a outras áreas com compreendem a sujidade e a limpeza.
A criança desenvolve conceitos mágicos que associam a sujidade com agressão e desafio, conduzindo tal a um medo culposo e à expectativa de punição. Estes conceitos da criança, baseiam-se em regras paternas e culturais relacionadas com os perigos da sujidade, dos germes e com o desafio à autoridade. Esta fase será mais saudável ou menos saudável (levando à formação de características obsessivas/compulsivas), conforme a forma como os adultos de referência para a criança, lidaram com ela nesta sua fase de desenvolvimento natural. A punição ou a não-aceitação da sujidade, a exigência de limpeza extrema ou a humilhação perante o seu comportamento “não muito limpo”, contribuem para a formação das características de que aqui falamos.
Depois, tudo se fixa ou não, conforme o resto do percurso relacional da pessoa, até à idade adulta.
Esta explicação é muito resumida e não contempla vários aspectos.
A forma de combater esta forma de funcionar, só através de tratamentos sempre aliados a uma psicoterapia. Numa situação em que a pessoa é completamente dominada pela compulsão (por exemplo pessoas que têm necessidade de lavar tantas vezes as mãos que chegam a fazer ferida ou aquelas que têm de voltar a casa várias vezes para confirmar isto ou aquilo, pondo em causa a sua vida laboral, ou que já não conseguem fazer mais nada porque perdem todo o tempo e energias com a limpeza e a ordem, ou que têm de ler as coisas até as fixarem e entram em ansiedade de não conseguirem esse objectivo, entre vários outros exemplo), penso haver medicação que ajuda a “acalmar” a compulsão. Mas a psicoterapia (e bastante longa, durante anos) é o tratamento mais indicado porque só através dela é que pode haver modificação na personalidade.
Cristina Silva
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Urostomizado
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Cristina Silva
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Não tem nada que agradecer e deixo a ressalva que a explicação dada é com base na observação, acompanhamento e análise clínica de pessoas com este tipo de carácter, e enquadrada na investigação dos fenómenos intrapsiquícos (ou seja, como é que as coisas (ideias, conteúdos, pensamentos, etc.) acontecem e funcionam dentro da mente das pessoas de acordo com a sua realidade evolutiva, relacional, ambiental, física, etc., e se manifestam no comportamento.
Apesar de se encontrar estas em coisas (que referi anteriormente) em comum, nas pessoas com o mesmo tipo de carácter (neste caso, o comportamento obsessivo/compulsivo), cada caso é um caso (nunca é demais relembrar), daí ser sempre bom cada um procurar o seu espaço de ajuda para compreender melhor as suas coisas, que podendo ser comuns a outros, são sempre próprias, pois a história de cada um é única.
Cristina Silva
Apesar de se encontrar estas em coisas (que referi anteriormente) em comum, nas pessoas com o mesmo tipo de carácter (neste caso, o comportamento obsessivo/compulsivo), cada caso é um caso (nunca é demais relembrar), daí ser sempre bom cada um procurar o seu espaço de ajuda para compreender melhor as suas coisas, que podendo ser comuns a outros, são sempre próprias, pois a história de cada um é única.
Cristina Silva
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Ana Rita
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Urostomizado Escreveu:
O que me faz pesquisar sobre estes assuntos e colocar estas questões é que nos ultimos meses tenho notado algumas mudanças no meu comportamento, mudanças essas que, depois de pesquisar, suspeito tratar-se de TOC e SII ou SCI.
Posso dar alguns exemplos: tenho uma necessidade gigantesca de ter tudo o que está ao meu redor organizado, tento fazer sempre tudo de forma metódica e quando alguma coisa foge a esta normalidade fico de imediato num estado alterado, nervoso e com uma sensação de ardor no cólon.
Olá Urostomizado,
Acrescento apenas, e com a ressalva já falada da especificidade de cada caso, que o facto de notar nos últimos meses mudanças de comportamento estará relacionado com o aumento de uma desorganização interna que é compensada com uma necessidade organização exterior. De uma forma simples: as coisas estão desarrumadas no interior de si mesmo e ao arrumar os objectos externos há uma sensação de alívio temporário. A obsessão caracteriza-se pelos pensamentos ruminativos, neste caso olhar para um objecto e estar sempre a pensar que não está no sitio certo, e a compulsão pela acção, ou seja, pela arrumação do objecto como forma de "descarregar" a ansiedade. Enquanto a pessoa não concretizar a compulsão, não consegue deixar de ter o pensamento obsessivo de que este está fora do lugar, e sempre assim sucessivamente.
Quando a pessoa percebe que o seu comportamento está a ser excessivo poderá haver tendência para "resistir" à compulsão, mas por outro lado a ansiedade poderá aumentar significativamente, porque pode conseguir controlar a acção mas não se consegue da mesma forma controlar os pensamentos. Deste modo, actuar apenas no comportamento não é suficiente e daí a importância de uma psicoterapia para se actuar nos mecanismos psicológicos e emocionais que estão na origem do desenvolvimento da perturbação. Como esta tem diferentes graus, esteja atento ao evoluir dos sintomas, pois se notar que subsistemou até que aumentam, um tratamento precoce é sempre o mais aconselhável.
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
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Urostomizado
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Obrigado, Ana Rita.
Interessante a ligação entre a desorganização interior e a procura por uma organização exterior. De facto, sinto-me desorganizado interiormente há já mais de 1 ano e meio, sendo que desde então tenho vindo a notar que esta obcessão pela organização (exterior) tem-se vindo a intensificar, tanto que quando não consigo alcançá-la ou quando qualquer coisa surge desorganizada, começo a sentir algo semelhante a efeitos secundários, no meu caso, nervosismo exagerado e ardor no cólon.
O acompanhamento está a ser feito, mas gosto de investigar estes assuntos por conta própria também, para melhor os compreender, se bem que por vezes faz falta mais opiniões e não tão técnicas como os textos que havia lido antes.
Obrigado a todos pelos esclarecimentos.
Interessante a ligação entre a desorganização interior e a procura por uma organização exterior. De facto, sinto-me desorganizado interiormente há já mais de 1 ano e meio, sendo que desde então tenho vindo a notar que esta obcessão pela organização (exterior) tem-se vindo a intensificar, tanto que quando não consigo alcançá-la ou quando qualquer coisa surge desorganizada, começo a sentir algo semelhante a efeitos secundários, no meu caso, nervosismo exagerado e ardor no cólon.
O acompanhamento está a ser feito, mas gosto de investigar estes assuntos por conta própria também, para melhor os compreender, se bem que por vezes faz falta mais opiniões e não tão técnicas como os textos que havia lido antes.
Obrigado a todos pelos esclarecimentos.
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