Filho em maus caminhos. Que fazer
Regras do Fórum
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O Psicologia.pt não é responsável pelas intervenções dos vários participantes neste Fórum, sendo o teor desses conteúdos, bem como a utilização que se faça dos mesmos, da exclusiva e total responsabilidade de cada utilizador.
Com o objectivo de permitir o total anonimato, o fórum "Pergunte ao Psicólogo" é o único onde é possível a publicação de tópicos por utilizadores não registados.
Ao mesmo tempo, e como deve ser do entendimento de todos, o carácter "anónimo" dos fóruns faz com que este espaço não ofereça condições para interações que se desenvolvam para além da mera "troca de opiniões".
É expressamente proibida neste fórum a divulgação de serviços de psicologia bem como de quaisquer contactos de psicólogos (nomes, nºs de telefone, moradas e outros contactos).
O Psicologia.pt não se responsabiliza pelo rigor técnico e científico, idoneidade e respeito pelos princípios éticos e deontológicos de toda e qualquer participação.
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Filho em maus caminhos. Que fazer
Um dos nossos dois filhos tem 27 anos, é técnico de informática e namora há oito com uma rapariga também ténica de informática. Vive com os pais, se bem que há poucos meses nos tenha pedido para ir viver, sózinho, para um apartamento que temos nas imediações do sítio onde vivemos, o que ainda não se concretizou. Já há alguns anos a esta parte que notamos que ele passa muitas noites fora de casa, especialmente aos fins-de-semana. Julgávamos estar com a namorada, mas presentemente receamos que passa as noites em bares, possivelmente em muito maus ambientes. Gostaríamos de saber se alguém nos pode dar uma orientação sobre como lidar com o caso e sobre a forma de o ajudarmos a sair desta vida, ou se nos podem indicar um consultório apropriado ao caso. Muito obrigado
AdLib
Filho em maus caminhos. Que fazer?
Muito obrigado pela sua disponibilidade e amabilidade. Respondendo à sua questão, sim, temos a certeza que anda por muito mais caminhos: noites inteiras em bares, alguns deles de alto nível strip e muito perigosos, só para homens. Não fizemos ainda uma abordagem directa, pois receamos não ser a forma correcta e podermos causar uma reacção negativa, e piorar as coisas, com uma rotura com a família, ou até, eventualmente, uma reacção violenta. No entanto, temos agora demonstrado especial interesse pela forma como vai a relação com a namorada. Não somos especialistas em psicologia, mas pensamos que poderíamos ir por outro lado, tentando confrontá-lo, numa conversa normal, com a situação com a namorada. Mas ainda estamos a pensar na forma, talvez levando-o a reagir, sugerindo deixá-la e pondo à prova os sentimentos dele. O namoro é o primeiro, longo, e também pode por isso ser causa. Muito obrigado
AdLib
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Ana Rita
- Psicólogo Registado (PT)

- Mensagens: 1794
- Registado: terça ago 31, 2004 1:44 pm
- Localização: Lisboa
O ideal seria ser ele a procurar apoio, mas nem sempre isso acontece e por vezes temos de ser nós (neste caso, vocês, pais) a começar a abordar a situação. Podem para já apenas demonstrar-lhe que estão disponíveis para aquilo que ele precisar, ou seja, sem abordarem o assunto de uma forma demasiado directa, deixarem uma porta aberta e transmitirem-lhe que percebem que algo estará menos bem com ele.
Na verdade, ele já deve ter percebido que vocês já entenderam isso, mas a verbalização é muito importante, pois no ambinete familiar por vezes gera-se um silêncio tácito em que todos sabem que o outro sabe, mas ninguém fala sobre isso. Quebrar essa barreira nem sempre é fácil, mas é o iniciar da exposição do que está a acontecer, sem alimentar uma espécie de tabú que se desenvolve.
Chamo a atenção que esta pequena orientação tem uma base especulativa e generalista, na medida em que não estamos num contexto propício, em que não é possível desenvolver melhor a situação. Para uma orientação mais efectiva, aconselho a procurarem no portal psicologia.com.pt um profissional, pois existem diversos distribuídos pelos distritos do país.
Na verdade, ele já deve ter percebido que vocês já entenderam isso, mas a verbalização é muito importante, pois no ambinete familiar por vezes gera-se um silêncio tácito em que todos sabem que o outro sabe, mas ninguém fala sobre isso. Quebrar essa barreira nem sempre é fácil, mas é o iniciar da exposição do que está a acontecer, sem alimentar uma espécie de tabú que se desenvolve.
Chamo a atenção que esta pequena orientação tem uma base especulativa e generalista, na medida em que não estamos num contexto propício, em que não é possível desenvolver melhor a situação. Para uma orientação mais efectiva, aconselho a procurarem no portal psicologia.com.pt um profissional, pois existem diversos distribuídos pelos distritos do país.
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
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