Olá malta. Tenho 19 anos e vou tentar expor o meu problema para que me consigam dar um ajuda.
Sempre fui um adolescente tímido e com receio de entrar em certos sítios como cafés e interagir com muitas pessoas. Através de muita força de vontade e a leitura de alguns livros consegui ultrapassar isso tudo. Consegui sentir-me super bem, sociável, entrar em todos os sítios sem problemas e manter uma conversa interessante o tempo que fosse preciso. (Esse que era o meu maior problema logo me deu muita felicidade em saber que foi uma grande evolução)
Hoje em dia parece que já não sou capaz de estar tão feliz. E uma das coisas que sinto que interfere comigo é um colega meu (um líder) que não me sinto bem com ele, e ele apercebe-se disso e joga comigo. Aprendeu a jogar comigo e sabe como me pode fazer sentir mal indirectamente e sem que ninguém se aperceba, só eu e ele. Mas isto passa-se tudo sem falarmos absolutamente nada.
Impressionante como isto me interfere em certas alturas e como também ele parece satisfeito por fazer isto.
Já pensei se é paranoia minha, mas acho quase impossivel.
Agraço alguns comentários.
Obrigado
Interferência Social
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O Psicologia.pt não é responsável pelas intervenções dos vários participantes neste Fórum, sendo o teor desses conteúdos, bem como a utilização que se faça dos mesmos, da exclusiva e total responsabilidade de cada utilizador.
Com o objectivo de permitir o total anonimato, o fórum "Pergunte ao Psicólogo" é o único onde é possível a publicação de tópicos por utilizadores não registados.
Ao mesmo tempo, e como deve ser do entendimento de todos, o carácter "anónimo" dos fóruns faz com que este espaço não ofereça condições para interações que se desenvolvam para além da mera "troca de opiniões".
É expressamente proibida neste fórum a divulgação de serviços de psicologia bem como de quaisquer contactos de psicólogos (nomes, nºs de telefone, moradas e outros contactos).
O Psicologia.pt não se responsabiliza pelo rigor técnico e científico, idoneidade e respeito pelos princípios éticos e deontológicos de toda e qualquer participação.
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Cristina Silva
- Psicólogo Registado (PT)

- Mensagens: 800
- Registado: quinta out 25, 2007 9:52 am
LUIS1, não temos de ser os maiores, os mais sociáveis, os que têm as conversas mais interessantes, os que estão sempre bem e felizes, etc., etc., etc., (isso é irreal e até estranho).
Quando achamos que só nos valorizam se “tivermos os holofotes virados para nós ou se formos os líderes”, e se assim não for, sentimo-nos inferiores aos outros, algo vai mal com o nosso narcisismo (ou como se diz em linguagem mais corrente, com a nossa auto-estima). Pense nisso!
Faço-lhe uma pergunta: porque é que permite que o tal seu amigo (líder) “jogue consigo?”, porque é que se coloca no papel do frágil e “submisso”?
Pense na fragilidade que esse seu amigo (líder) tem para ter necessidade de “inferiorizar” os outros (principalmente inferiorizar quem se coloca nesse papel), e pense porque é que o LUIS1 se coloca a jeito.
Não sei se me fiz entender! Mas nada como o espaço próprio (o da consulta psicológica) para pensar (e perceber em si) essas coisas.
Cordialmente
Cristina Silva
Quando achamos que só nos valorizam se “tivermos os holofotes virados para nós ou se formos os líderes”, e se assim não for, sentimo-nos inferiores aos outros, algo vai mal com o nosso narcisismo (ou como se diz em linguagem mais corrente, com a nossa auto-estima). Pense nisso!
Faço-lhe uma pergunta: porque é que permite que o tal seu amigo (líder) “jogue consigo?”, porque é que se coloca no papel do frágil e “submisso”?
Pense na fragilidade que esse seu amigo (líder) tem para ter necessidade de “inferiorizar” os outros (principalmente inferiorizar quem se coloca nesse papel), e pense porque é que o LUIS1 se coloca a jeito.
Não sei se me fiz entender! Mas nada como o espaço próprio (o da consulta psicológica) para pensar (e perceber em si) essas coisas.
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Cristina Silva
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