Boa noite
Na véspera de um acontecimento que me deixou bastante ansiosa (avaliação profissional) tive uma grande tontura enquanto conduzia que me forçou a parar imediatamente o carro, pois tremia por todos os lados. Depois de estar parada algum tempo passou mas andei meia zonza o dia inteiro. Claro que associei logo a uma crise ansiedade ou ataque pânico. Não sei bem qual o termo clínico e gostava de obter mais informações do que me aconteceu.
Obriga´da
O que me aconteceu?
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O Psicologia.pt não é responsável pelas intervenções dos vários participantes neste Fórum, sendo o teor desses conteúdos, bem como a utilização que se faça dos mesmos, da exclusiva e total responsabilidade de cada utilizador.
Com o objectivo de permitir o total anonimato, o fórum "Pergunte ao Psicólogo" é o único onde é possível a publicação de tópicos por utilizadores não registados.
Ao mesmo tempo, e como deve ser do entendimento de todos, o carácter "anónimo" dos fóruns faz com que este espaço não ofereça condições para interações que se desenvolvam para além da mera "troca de opiniões".
É expressamente proibida neste fórum a divulgação de serviços de psicologia bem como de quaisquer contactos de psicólogos (nomes, nºs de telefone, moradas e outros contactos).
O Psicologia.pt não se responsabiliza pelo rigor técnico e científico, idoneidade e respeito pelos princípios éticos e deontológicos de toda e qualquer participação.
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Ana Rita
- Psicólogo Registado (PT)

- Mensagens: 1794
- Registado: terça ago 31, 2004 1:44 pm
- Localização: Lisboa
Olá Lilianax,
Pelo que descreve é provável que tenha tido uma crise de ansiedade, afinal sentiu-se exposta a uma situação de muita tensão. De uma maneira geral, o que diferencia a crise de ansiedade do ataque de pânico é que este último é mais intenso e tem alguns sintomas específicos. Tente não valorizar muito os sintomas, porque um dos piores inimigos da ansiedade é precisamente o medo de a sentir, levando consequentemente a mais ansiedade. Não especifica se foi uma situação pontual ou se já aconteceu noutras alturas, por isso, caso seja pontual não fique preocupada. Se for recorrente, poderá consultar um psicólogo para que a ajude a gerir a ansiedade e a ultrapassar aquilo que a faz surgir.
Pelo que descreve é provável que tenha tido uma crise de ansiedade, afinal sentiu-se exposta a uma situação de muita tensão. De uma maneira geral, o que diferencia a crise de ansiedade do ataque de pânico é que este último é mais intenso e tem alguns sintomas específicos. Tente não valorizar muito os sintomas, porque um dos piores inimigos da ansiedade é precisamente o medo de a sentir, levando consequentemente a mais ansiedade. Não especifica se foi uma situação pontual ou se já aconteceu noutras alturas, por isso, caso seja pontual não fique preocupada. Se for recorrente, poderá consultar um psicólogo para que a ajude a gerir a ansiedade e a ultrapassar aquilo que a faz surgir.
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
Lilianax,
o facto da sua antiga psicóloga não lhe ter fornecido estratégias para lidar com a ansiedade poderá estar associado ao facto de na altura em que estava a ser acompanhada não ter quaisquer "sinais" de ataques de pânico (APs), nem de crise ansiosa.
Já relativamente à questão que coloca e só no caso desta persistir, aconselho-lhe, que procure ajuda técnica especializada. Nas perturbações ansiosas uma abordagem cognitivo-comportamental tem mostrado resultados muito positivos com um elevado grau de sucesso terapêutico e com poucas reincidivas. Este tipo de terapia centra-se na problemática que a pessoa atravessa na actualidade, trabalhando no aqui e no agora. Aborda a problemática por três vertentes: a emoção; a cognição (pensamento) e o comportamento. É uma terapia de "curta duração" (4 a 6 meses) consoante a pessoa e utiliza várias estratégias comportamentais e cognitivas como o nome indica.
Não lhe poderei avançar com muito mais informação por questões de ordem ética profissional e para seu benefício.
o facto da sua antiga psicóloga não lhe ter fornecido estratégias para lidar com a ansiedade poderá estar associado ao facto de na altura em que estava a ser acompanhada não ter quaisquer "sinais" de ataques de pânico (APs), nem de crise ansiosa.
Já relativamente à questão que coloca e só no caso desta persistir, aconselho-lhe, que procure ajuda técnica especializada. Nas perturbações ansiosas uma abordagem cognitivo-comportamental tem mostrado resultados muito positivos com um elevado grau de sucesso terapêutico e com poucas reincidivas. Este tipo de terapia centra-se na problemática que a pessoa atravessa na actualidade, trabalhando no aqui e no agora. Aborda a problemática por três vertentes: a emoção; a cognição (pensamento) e o comportamento. É uma terapia de "curta duração" (4 a 6 meses) consoante a pessoa e utiliza várias estratégias comportamentais e cognitivas como o nome indica.
Não lhe poderei avançar com muito mais informação por questões de ordem ética profissional e para seu benefício.
Obrigada a todos.. fiquei curiosa com essa abordagem. A verdade é que sempre fui uma pessoa muito ansiosa devido a factores culturais, os meus pais também eram pessoas muito ansiosas e alguns factores traumáticos a que fui sujeita. Numa certa altura da minha vida tive essas tonturas frequentes que entretanto passaram com ajuda de medicamentos. Tenho medo que volte tudo outra vez mas estou pelo menos com um pensamento mais positivo.
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