Sem capacidade para decidir...

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erikka
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Sem capacidade para decidir...

Mensagempor erikka » domingo nov 09, 2008 3:37 pm

Boa tarde,

Após navegar por alguns sites na Internet cheguei ao sitio certo! Ando em busca de uma "resposta", que sei que só eu posso decidir, mas estou tão confusa que não consigo tomar uma posição.

Tenho 33 anos, tenho um filho com 8 anos e tenho um emprego estável (pelo menos até ao dia de hoje...nunca se sabe :roll: ). Este ano resolvi inscrever-me na universidade, no qual entrei para Contabilidade, mas depois de pesar os prós e os contras resolvi ingressar na universidade no próximo ano lectivo.

Sempre desejei ter o 2º filho, até porque sou filha única e sempre foi um desgosto para mim, numa brincadeira, o meu marido disse-me "se queres outro filho, bora lá!!!". Obviamente que o tema é muito sério, não é uma brincadeira, ambos queremos muito!

O que sucede agora na minha cabeça é se tenho um filho e não vou para a universidade no próximo mês de Setembro/Outubro OU se vou para a universidade e depois tenho um filho?? Só tenho receio é pela minha idade...porque pelo menos a universidade são 3 anos (Se tudo correr bem) :?

Ando com as ideias todas trocadas porque quero as duas coisas!!!! :?

Gostaria se fosse possível de ter as vossas opiniões.

Obrigada
Erikka Alpalhão
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Lorena
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Mensagempor Lorena » terça nov 11, 2008 8:51 pm

Olá Erikka, não sou a melhor pessoa para responder-lhe, pois sou muito nova e estou longe de ter experiencias maternais (se deus quiser, rsrs)
Mas posso lhe ajudar dizendo minha opinião sobre o assunto.. As vezes, na vida, nós temos que abrir mão de certas coisas, para conseguirmos outras que nos esperam, e talvez se não escolhermos no tempo certo, pode ser um pouco tarde. Cada escolha é uma renúncia! É claro que, aparentemente, em ambas as escolhas que está em duvida, perderá algo por um lado, e ganhará algo por outro lado. Voce tem de pensar bastante e decidir o que mais importa nesse momento. Mas independente da escolha, tenho certeza que se vc não desistir, acabará conseguindo as duas coisas, é só ter um pouco de paciencia, pois tudo também tem seu tempo.. Quanto a gravidez, acho que se voce tem o sonho de ter o 2 filho, não adie tanto esta decisão! Gerar um outro ser humano, em alguns casos, não é tão facil quanto parece! As vezes o casal precisa tentar durante muito tempo, pois a ansiedade de ser mãe pode acabar afetando o emocional e, por isso, muitas vezes, a mulher não engravida! E quando se trata de uma mulher com mais de 30 anos, acho que não se deve perder mais tanto tempo, até porque a chances de engravidar diminuem com o passar do tempo, principalmente para mulheres acima de 35 anos, sem contar dos riscos e toda aquela preocupação na gestação.
Considero ambas as coisas importantíssimas, e imagino a repercurssão que a escolha causará em sua vida. Sei que a vida profissional, é demasiadamente importante, mas sei também que as vezes um filho não pode esperar muito, e a carreira, dependendo de sua capacidade e qualificação, não lhe causará tantos problemas se seus planos profissionais tiverem de ser adiados para 2 ou 3 anos..
Eu, no seu lugar, continuaria no meu emprego e deixaria para tentar a universidade depois que realiazasse o sonho de ser mãe, e depois, é claro, do bebe estar com idade suficiente para não precisar mais tanto dos cuidados maternais, e assim ser deixado com uma babá de confiança enquanto eu ia para o trabalho, iria para a universidade, e fazia tudo o que eu considero importante para minha vida profissional ser cada vez melhor.
É apenas uma opinião, espero pensar em meu conselho e que eu possa te sido útil em minha resposta!
Beijos e boa sorte! :wink:
Futura estudante de psicologia
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Mensagempor Ana Rita » terça nov 11, 2008 11:02 pm

Olá Erikka,

A situação que coloca depende essencialmente daquilo que sente que neste momento será uma prioridade. É nova, se tudo correr bem, poderá concretizar essas suas duas vontades. Caso o problema seja só a idade, 36 ou 37 anos para um segundo filho não é tarde. De qualquer das formas, fale com o seu médico para que este a aconselhe em relação a isso.

Tente pensar acerca das vantagens e desvantagens de ter em primeiro lugar outro filho ou de optar por avançar com a formação.

De facto, não podemos opinar sobre qual será a melhor decisão, pois na verdade ela não existe. Ambas podem funcionar, desde que estejam de acordo com aquilo que sente que quer fazer. Fale com o seu marido e verá que conseguirão chegar a um acordo. Boa sorte!
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
Cristina Silva
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Mensagempor Cristina Silva » quarta nov 12, 2008 4:22 pm

Olá Erikka,

A mim parece-me que não é necessário colocar as coisas dessa forma: ou um segundo filho ou a Universidade, pois uma coisa não inibe a outra. Se tem uma vida minimamente estabilizada em termos de trabalho e apoios familiares, penso que é possível ir para a Universidade e também poder vir a ter um segundo filho, pois penso que é possível (apesar de trabalhoso), encaixar tudo na sua vida. Depende é dos apoios que tem, e da sua disponibilidade para ambas as coisas. A maternidade não deve “anular” outros “sonhos” mais individuais.
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Mensagempor vectrapc » quarta nov 12, 2008 5:16 pm

Uma forma de olhar para o assunto pode ser imaginar-se daqui a 4 anos. O que vê, como se imagina?
A escolha será sempre individual e não estou aqui para lhe dar conselhos. Pense em todos os aspectos positivos e negativos de cada uma das escolhas, escreva-os se for preciso. De certeza que terá dentro de si a resposta.
Alerto apenas para a não tomada de decisões, que é por sim só 1 decisão.
Qualquer das escolhas que efectue sabe que são projectos de vida, tal como foi dito anteriormente, não mutuamente exclusivos. Poderá ter os dois, se calhar basta apenas perceber o que fazer primeiro.

Boa introspecção.
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Mensagempor NunoF » quarta nov 12, 2008 6:49 pm

Lorena pede ajuda num tópico e ajuda aqui, só rir :lol: :lol: :lol:

erikka eu como dou mais valor à vida pessoal do que profissional, preferia ter um filho, mas a escolha é apenas tua. Pondera as vantagens e desvantagens a curto/médio e longo prazo. :wink:
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Mensagempor Ana Rita » quarta nov 12, 2008 10:28 pm

A vida profissional faz parte da vida pessoal...Uma espécie de bolo com várias fatias :wink:
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
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Mensagempor Cristina Silva » quinta nov 13, 2008 1:03 pm

Ana Rita Escreveu:A vida profissional faz parte da vida pessoal...Uma espécie de bolo com várias fatias :wink:


Ora nem mais, além de que as nossas preferências não devem "contaminar" aquilo que são as dúvidas de outra pessoa.
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Mensagempor Liliana Costa » quinta nov 13, 2008 5:41 pm

Olá...
Penso que são situações conciliaveis, até porque se o curso tiver de ficar "congelado" será apenas durante uns tempos. Durante a minha licenciatura tive uma colega que engravidou, precisamente no ultimo ano em que mais teria de se esforçar e acabou o curso logo na primeira época nem teve de ir a época de finalistas...O momento de felicidade que proporciona o facto de estar à espera de um filho é só por si motivante para continuar em frente...Por isso, sou da opinião, porque não tentar as duas coisas?
Felicidades
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Mensagempor Lorena » sábado nov 15, 2008 12:30 am

NunoF Escreveu:Lorena pede ajuda num tópico e ajuda aqui, só rir :lol: :lol: :lol:

:wink:




Ridículo!
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Mensagempor NunoF » sábado nov 15, 2008 12:49 am

Lorena Escreveu:
NunoF Escreveu:Lorena pede ajuda num tópico e ajuda aqui, só rir :lol: :lol: :lol:

:wink:




Ridículo!


Concordo, a tua MP nem vou comentar, vomitei :lol: :lol: :lol:
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Mensagempor Lorena » sábado nov 15, 2008 12:52 am

estou MUITOOO preocupada com voce querido.. hahahaha
menos, né? abaixa sua moralzinha ae
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Mensagempor NunoF » sábado nov 15, 2008 12:55 am

Lorena Escreveu:estou MUITOOO preocupada com voce querido.. hahahaha
menos, né? abaixa sua moralzinha ae


Sim, claro, tá certo, tem razão, concordo com você :lol: :lol: :lol:
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Mensagempor Lorena » sábado nov 15, 2008 1:33 am

NunoF Escreveu:
Lorena Escreveu:Sim, claro, tá certo, tem razão, concordo com você :lol: :lol: :lol:


tem mais o que fazer não amor? hahahahahaha
Desocupado, tadinho! estou morrendo de pena :lol:
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Mensagempor Cristina Silva » sábado nov 15, 2008 3:00 am

Acho que deviam continuar nas mensagens privadas.
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Mensagempor AbLaZe » sábado nov 15, 2008 8:23 am

É por estas trocas de mimos que eu recomendo o Fórum dos Psicólogos em vez dos Morangos com Açúcar... 8)

NunoF, deixe a menina jogar! ehehe!
Continua a dar-lhe alegria de viver, que a Lorena tem muita garra, só que ainda não a encontrou. Continua lá a picá-la, para o mulherão sair da concha.

PS- Lorena, mais umas semanas a aturar o NunoF e acabas por engordar. :wink:
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Mensagempor AbLaZe » sábado nov 15, 2008 8:27 am

Peço desculpa à erikka pelo off-topic... :)
Quanto à sua dúvida, erikka, siga o seu relógio biológico. :wink:
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vectrapc
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Mensagempor vectrapc » domingo nov 16, 2008 12:13 am

Só uma nota em referência a alguns comentários que li neste post.
O meu papel enquanto Psicóloga não é dar conselhos, isso faço aos amigos. Quando me é colocada uma questão enquanto técnica o que tento fazer é ajudar a pessoa a encontrar o seu próprio caminho.

Peço desculpa, mas não estou aqui para dizer tenha um filho ou vá estudar e discordo com qualquer pessoa que se diga psicólogo e o faça, a menos que o papel seja de conselheiros.

Compreendo a dificuldade apresentada entre escolher uma via e outra, eu sei exactamente o que faria, e também tenho experiências de amigos, mas essas informações guardo-as para mim enquanto pessoa e não as partilho enquanto psicóloga.

Pedia alguma atenção de quem dá opiniões pessoais, pois tal como a área indica aqui damos informação para o público em geral e é a imagem daquilo que fazemos que passa aos outros.

Quanto muito posso dar exemplos de situações de ambos os lados, mas mais importante é ajudar a pessoa a encontrar o caminho que faz sentido para si mesma.
Cristina Silva
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Mensagempor Cristina Silva » domingo nov 16, 2008 1:38 pm

vectrapc Escreveu:Só uma nota em referência a alguns comentários que li neste post.
O meu papel enquanto Psicóloga não é dar conselhos, isso faço aos amigos. Quando me é colocada uma questão enquanto técnica o que tento fazer é ajudar a pessoa a encontrar o seu próprio caminho.

Peço desculpa, mas não estou aqui para dizer tenha um filho ou vá estudar e discordo com qualquer pessoa que se diga psicólogo e o faça, a menos que o papel seja de conselheiros.

Compreendo a dificuldade apresentada entre escolher uma via e outra, eu sei exactamente o que faria, e também tenho experiências de amigos, mas essas informações guardo-as para mim enquanto pessoa e não as partilho enquanto psicóloga.

Pedia alguma atenção de quem dá opiniões pessoais, pois tal como a área indica aqui damos informação para o público em geral e é a imagem daquilo que fazemos que passa aos outros.

Quanto muito posso dar exemplos de situações de ambos os lados, mas mais importante é ajudar a pessoa a encontrar o caminho que faz sentido para si mesma.


Eu nem aos amigos dou conselhos (pois os conselhos são sempre baseados nos nossos desejos e projecções), mas ajudo-os a perspectivar os problemas, a pensar nos efeitos das decisões que tomarem e a pensarem na disponibilidade para suportar a continuidade das decisões, etc.

Reforço o que a vectrapc disse: atenção às posturas não profissionais num espaço em que as pessoas estão à espera de receber respostas de profissionais.

Essa coisa de dizer: “Se fosse eu fazia assim…!”, denota dificuldade em ser-se neutro e descentrar-se de si próprio para olhar e entender o outro, que é diferente. E tal atitude não é desejável num psicólogo (a não ser no seu ambiente de relações pessoais).
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Mensagempor AbLaZe » domingo nov 16, 2008 1:40 pm

vectrapc Escreveu:Só uma nota em referência a alguns comentários que li neste post.
O meu papel enquanto Psicóloga não é dar conselhos, isso faço aos amigos. Quando me é colocada uma questão enquanto técnica o que tento fazer é ajudar a pessoa a encontrar o seu próprio caminho.

Peço desculpa, mas não estou aqui para dizer tenha um filho ou vá estudar e discordo com qualquer pessoa que se diga psicólogo e o faça, a menos que o papel seja de conselheiros.

Compreendo a dificuldade apresentada entre escolher uma via e outra, eu sei exactamente o que faria, e também tenho experiências de amigos, mas essas informações guardo-as para mim enquanto pessoa e não as partilho enquanto psicóloga.

Pedia alguma atenção de quem dá opiniões pessoais, pois tal como a área indica aqui damos informação para o público em geral e é a imagem daquilo que fazemos que passa aos outros.

Quanto muito posso dar exemplos de situações de ambos os lados, mas mais importante é ajudar a pessoa a encontrar o caminho que faz sentido para si mesma.


Neste espaço do Fórum, eu não sou psicóloga. Não pactuo com terapias à distância em que desconhecemos por completo o que se passa do outro lado da linha. Portanto, aproveitando o post da vectrapc, assumo-me como uma conselheira e é dessa forma que pretendo ser entendida.
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