Olá, tenho 25 anos estudo psicologia, adoro fazer amigos de ver todos bem e detesto conflitos evitando ao maximo arranjar discussões.
Ao final de muito tempo encontrei uma pessoa que me faz sentir muito bem,mas mesmo assim eu estou confusa. Pois quero acreditar nele mas ao mesmo tempo sinto um frio na barriga com medo de ser enganada, que ele me minta me faça passar por parva, viver na dewsconfiança é horrivel.
Não consigo lhe dizer o quanto por vezes ele me deixa triste, pois não consigo entrar em desacordo com medo de ficar sózinha. Bem sei que isto parece parvo, até porque sou uma estudante de psicologia, mas o meu medo da solidão e da regeição é horrivel e faz com que eu seja demasiado submissa.
Gosto muito dele e é niss que me seguro, por vezes o que me apetecia fazer era terminar com tudo, mas sei que seria o lado mais facil, tambem sei que a vida não é facil, mas tenho amdado com a minha cabeça á roda à procura de algumas soluções para poder andar em equilibrio mas é muito dificil.
Obrigada por me ouvirem, se alguem quiser acrescentar alguma coisa ou ajudar, eu agradeço, torna-se mais fácil quando temos pessoas que nosa ajudam a arranjar soluções.
ASS: BLACK ROSE
O que devo fazer?
Regras do Fórum
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O Psicologia.pt não é responsável pelas intervenções dos vários participantes neste Fórum, sendo o teor desses conteúdos, bem como a utilização que se faça dos mesmos, da exclusiva e total responsabilidade de cada utilizador.
Com o objectivo de permitir o total anonimato, o fórum "Pergunte ao Psicólogo" é o único onde é possível a publicação de tópicos por utilizadores não registados.
Ao mesmo tempo, e como deve ser do entendimento de todos, o carácter "anónimo" dos fóruns faz com que este espaço não ofereça condições para interações que se desenvolvam para além da mera "troca de opiniões".
É expressamente proibida neste fórum a divulgação de serviços de psicologia bem como de quaisquer contactos de psicólogos (nomes, nºs de telefone, moradas e outros contactos).
O Psicologia.pt não se responsabiliza pelo rigor técnico e científico, idoneidade e respeito pelos princípios éticos e deontológicos de toda e qualquer participação.
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Sara Lourenço
- Membro Recém-Chegado

- Mensagens: 5
- Registado: terça mar 20, 2007 12:03 am
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Ana Rita
- Psicólogo Registado (PT)

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- Registado: terça ago 31, 2004 1:44 pm
- Localização: Lisboa
Sara,
Antes de gostarmos de alguém numa relação, é muito importante que gostemos primeiro de nós próprios. Caso contrário, a relação poderá basear-se nos nosso medos e nas nossas inseguranças, do que naquilo que verdadeiramente queremos ser e do que o papel que queremos ter nessa mesma relação.
Se o seu namorado não lhe dá motivos para desconfiar, haverá algo por detrás desse seu sentimento e da sensação que tem de que a qualquer moemento poderá ser enganada e/ou abandonada. Por vezes o medo da rejeição é tão grande que acabamos por ter atitudes que nos previnam mentalmente desse possível acontecimento, sendo que para isso estaremos a contribuir para que tal situação se confirme.
Por outro lado, o medo de ficar sozinha e de se submeter por isso, não lhe garante a manutenção da relação, aliás, muito pelo contrário.
Agradar constantemente o outro, ao contrário do que pode parecer, não é nada positivo. Isto porque até se pode tornar aborrecido concordarem sempre connosco e termos a percepção de que a outra pessoa não demosntra aquiloq ue realmente pensa e sente.
Numa relação a partilha é fundamental, sendo que mais do que caras metades, somos caras inteiras, cada uma com a sua personalidade, cada uma com o seu espaço.
Aconselho-a a fazer uma terapia, que não só a ajude a conhecer-se melhor e a ultrapassar essas dificuldades, como para o seu futuro profissional. Porque na relação terapêutica, também é importante em primeiro lugar sentirmo-nos bem connosco próprios. Boa sorte!
Antes de gostarmos de alguém numa relação, é muito importante que gostemos primeiro de nós próprios. Caso contrário, a relação poderá basear-se nos nosso medos e nas nossas inseguranças, do que naquilo que verdadeiramente queremos ser e do que o papel que queremos ter nessa mesma relação.
Se o seu namorado não lhe dá motivos para desconfiar, haverá algo por detrás desse seu sentimento e da sensação que tem de que a qualquer moemento poderá ser enganada e/ou abandonada. Por vezes o medo da rejeição é tão grande que acabamos por ter atitudes que nos previnam mentalmente desse possível acontecimento, sendo que para isso estaremos a contribuir para que tal situação se confirme.
Por outro lado, o medo de ficar sozinha e de se submeter por isso, não lhe garante a manutenção da relação, aliás, muito pelo contrário.
Agradar constantemente o outro, ao contrário do que pode parecer, não é nada positivo. Isto porque até se pode tornar aborrecido concordarem sempre connosco e termos a percepção de que a outra pessoa não demosntra aquiloq ue realmente pensa e sente.
Numa relação a partilha é fundamental, sendo que mais do que caras metades, somos caras inteiras, cada uma com a sua personalidade, cada uma com o seu espaço.
Aconselho-a a fazer uma terapia, que não só a ajude a conhecer-se melhor e a ultrapassar essas dificuldades, como para o seu futuro profissional. Porque na relação terapêutica, também é importante em primeiro lugar sentirmo-nos bem connosco próprios. Boa sorte!
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
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Sara Lourenço
- Membro Recém-Chegado

- Mensagens: 5
- Registado: terça mar 20, 2007 12:03 am
Obrigada cara Ana.
Cara Ana
tudo o que aqui referiu esta extremamente certo, até porque eu própria tenho tido consciência de que tenho de me fazer acompanhar por algum profissional.
Este meu medo interior é horrivel mas tenho e ateimo sempre que vou conseguir ultrapassa-lo sozinha, mas pelos vistos não estou a conseguir.
Obrigada mais uma vez.
Se achar opurtuno fazer mais observações não tenha problemas e esteja à vontade.
Ass: Black Rose
tudo o que aqui referiu esta extremamente certo, até porque eu própria tenho tido consciência de que tenho de me fazer acompanhar por algum profissional.
Este meu medo interior é horrivel mas tenho e ateimo sempre que vou conseguir ultrapassa-lo sozinha, mas pelos vistos não estou a conseguir.
Obrigada mais uma vez.
Se achar opurtuno fazer mais observações não tenha problemas e esteja à vontade.
Ass: Black Rose
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Ana Rita
- Psicólogo Registado (PT)

- Mensagens: 1794
- Registado: terça ago 31, 2004 1:44 pm
- Localização: Lisboa
A nossa sociedade ainda apresenta algum estigma relativamente à procura de apoio profissional, quando se trata do foro mental/psicológico. Sara, como futura colega, tem de ser "a primeira" a quebrar essa barreira
Quando nos dói um dente também não dizemos a nós próprios que deveríamos ser capazes de ultrapassar a cárie sozinhos.
Para além disso, nenhum profissional vai resolver as suas questões por si. Isso tem na mesma em seu poder. Um técnico especializado na área vai apenas ajudá-la a percorrer esse caminho (que é o seu), com conhecimentos específicos que nao é suposto o senso comum ter.
Mais uma vez, boa sorte!
Quando nos dói um dente também não dizemos a nós próprios que deveríamos ser capazes de ultrapassar a cárie sozinhos.
Para além disso, nenhum profissional vai resolver as suas questões por si. Isso tem na mesma em seu poder. Um técnico especializado na área vai apenas ajudá-la a percorrer esse caminho (que é o seu), com conhecimentos específicos que nao é suposto o senso comum ter.
Mais uma vez, boa sorte!
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
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vectrapc
- Psicólogo Registado (PT)

- Mensagens: 1382
- Registado: domingo mai 08, 2005 9:10 pm
- Localização: lisboa
Além de que, para melhor poder compreender os outros melhor deverá estar. Tal como a Ana Rita dizia que não precisamos de cara metade mas sim de cara inteira e para tal temos de estar inteiros. Para poder ser melhor Psicóloga convém que tenha insight para ir resolvendo as suas questões para poder estar mais apta a ajudar o outro.
Voltando ao exemplo da Ana Rita, se lhe dói o dente e não vai ao dentista como consegue arranjar os dentes dos outros?
Voltando ao exemplo da Ana Rita, se lhe dói o dente e não vai ao dentista como consegue arranjar os dentes dos outros?
É melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão
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Sara Lourenço
- Membro Recém-Chegado

- Mensagens: 5
- Registado: terça mar 20, 2007 12:03 am
Obrigada por essas palavras.
Sim é tudo verdade,
tenho mesmo que resolver esta situação se não não vou conseguir ir em frente com a minha vida.
Obrigada,
Ass: Black Rose
tenho mesmo que resolver esta situação se não não vou conseguir ir em frente com a minha vida.
Obrigada,
Ass: Black Rose
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Sara Lourenço
- Membro Recém-Chegado

- Mensagens: 5
- Registado: terça mar 20, 2007 12:03 am
se me podiam indicar alguem e a terapia indicada.
Cara Ana
sem querem ser muito chata gostaria de perguntar se conhece alguem que me possa ajudar e tambem indicar o genero de terapia que me aconcelhava.
Se podessese me ajudar agradecia.
Sem mais o meu muito obrigada,
Ass: Black rose
sem querem ser muito chata gostaria de perguntar se conhece alguem que me possa ajudar e tambem indicar o genero de terapia que me aconcelhava.
Se podessese me ajudar agradecia.
Sem mais o meu muito obrigada,
Ass: Black rose
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Ana Rita
- Psicólogo Registado (PT)

- Mensagens: 1794
- Registado: terça ago 31, 2004 1:44 pm
- Localização: Lisboa
Olá Sara,
No portal de psicólogos estão os contactos e informações de vários psicólogos, de todas as regiões do país.
Em relação ao tipo de terapia, sou suspeita, pois dou prevalência a uma corrente mais dinâmica. Contudo, a prática indica que o mais importante não é tanto a corrente teórica do profissional, mas a relação terapêutica que se estabelece. Ou seja, será importante que se sinta bem com o terapeuta que a acompanhar.
No portal de psicólogos estão os contactos e informações de vários psicólogos, de todas as regiões do país.
Em relação ao tipo de terapia, sou suspeita, pois dou prevalência a uma corrente mais dinâmica. Contudo, a prática indica que o mais importante não é tanto a corrente teórica do profissional, mas a relação terapêutica que se estabelece. Ou seja, será importante que se sinta bem com o terapeuta que a acompanhar.
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
Sara
Deverá também, se lhe parecer oportuno, procurar saber se na sua universidade existe gabinete de Psicologia para apoio aos alunos, em muitas existe esse serviço com vantagens claras para os alunos.
Uma das coisas com as qual não se deve preocupar neste momento é a corrente pela qual será acompanhada, até porque no momento actual muitos terapeutas usam do eclectismo, pese embora, muitas pessoas procuram um tipo de terapia em especifico, o que pelo que disse não parece ser o caso.
Deverá também, se lhe parecer oportuno, procurar saber se na sua universidade existe gabinete de Psicologia para apoio aos alunos, em muitas existe esse serviço com vantagens claras para os alunos.
Uma das coisas com as qual não se deve preocupar neste momento é a corrente pela qual será acompanhada, até porque no momento actual muitos terapeutas usam do eclectismo, pese embora, muitas pessoas procuram um tipo de terapia em especifico, o que pelo que disse não parece ser o caso.
Última edição por silver em quarta mar 25, 2009 4:55 pm, editado 1 vez no total.
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Ana Rita
- Psicólogo Registado (PT)

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- Registado: terça ago 31, 2004 1:44 pm
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Sim, e tendo em conta que estuda psicologia, é provável que a universidade tenha um gabinete de apoio nesse departamento.
Se por acaso estiver abrangida por algum seguro de saúde, algumas clínicas têm acordo estabelecido também para psicólgos (mas aviso que não são muitas a atribuir essa opção na psicologia, teria de procurar na seguradora).
O que deveria estar em 1ºlugar, mas infelzimente, pelo actual estado do nosso serviço de saúde, não cheguei a mencionar, são os centros de saúde e hospitais. Na eventualidadede de não poder recorrer a nenhuma das situações indicadas, pode pedir à sua médica de família uma credencial para ser seguida por esse serviço, que em princípio poderá ser o de psiquiatria, mas que depois estará fornecido também por psicólogos.
Se por acaso estiver abrangida por algum seguro de saúde, algumas clínicas têm acordo estabelecido também para psicólgos (mas aviso que não são muitas a atribuir essa opção na psicologia, teria de procurar na seguradora).
O que deveria estar em 1ºlugar, mas infelzimente, pelo actual estado do nosso serviço de saúde, não cheguei a mencionar, são os centros de saúde e hospitais. Na eventualidadede de não poder recorrer a nenhuma das situações indicadas, pode pedir à sua médica de família uma credencial para ser seguida por esse serviço, que em princípio poderá ser o de psiquiatria, mas que depois estará fornecido também por psicólogos.
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
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