A Ordem e os resultados do PEPAC

A regulação e regulamentação da formação e do exercício da psicologia em Portugal. A acreditação e certificação. A organização da classe profissional. Os direitos e deveres laborais. As organizações representativas. A identidade e a imagem dos Psicólogos.

Moderador: Cristina

Raquel Raimundo
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Mensagempor Raquel Raimundo » sábado mai 22, 2010 10:24 am

psiana Escreveu:Na realidade eu ainda não ouvi nem li nada relativamente à intervenção da Ordem no caso dos estágios da função pública. No entanto, isso não quer significar que não esteja, de facto, a ser feita alguma coisa... não creio de todo que a Ordem não se pronuncie num assunto desta gravidade. Pensoq ue é importante darmos credibilidade à única Ordem que temos, boa ou má, é aquela que existe e pela qual esperamos 30 anos!


Ora alguém a pensar de forma lógica e não tendenciosa ... até merece resposta :D
Já houve vários colegas a informarem (telefonicamente, por email e por escrito) a Ordem da situação e a exporem os seus argumentos relativamente ao PEPAC, tendo (pelo menos) alguns deles obtido resposta da OPP. Temos de respeitar as entidades e acreditar que serão capazes de corrigir erros relativamente ao processo, no decorrer do mesmo, pois estarão, sem dúvida em melhor posição para o fazerem. É aliás uma das competências que os psicólogos procuram desenvolver em formações de "espírito de equipa": confiar em si mesmo e nas suas capacidades e competências e confiar que os outros conseguirão também cumprir a sua parte. Só quem nunca se deparou com uma tarefa desta natureza é que não sabe as dificuldades inerentes ao processo, até porque é a primeira vez que o concurso toma esta dimensão (mais de 20 000 pessoas concorreram). A OPP sabe bem isso, até pela experiência que teve muito recentemente na inscrição dos seus membros. No caso deste concurso, temos assistido a uma série de correcções que têm sido feitas pelos organismos envolvidos de forma a promover uma maior justiça na colocação dos candidatos, o que nos prova também a sua boa fé. Ora o processo ainda não terminou. Os candidatos colocados apenas iniciarão funções a 1 de Julho.

Claro que não vamos ser completamente ingénuos. Se no final do processo houver pessoas colocadas em lugares onde explicitamente se pedem psicólogos (e tal não acontece em todos os casos, porque alguns pedidos são mais generalistas) e não for membro da OPP a história já é outra. Essa é uma das razões pela qual foi criada uma Ordem.

De qualquer modo é preciso pensarmos de cabeça fria, porque este concurso implica emprego para muitos psicólogos (pelo menos, temporariamente), por isso os passos a dar têm de ser bem medidos, sob pena de se parar um concurso que dá emprego a muitos colegas. Não é o concurso que deve ser atacado. É quem usurpa as funções de psicólogo.

A OPP utiliza os meios que considera mais eficazes para cada caso. Aqui talvez seja preferível lidar com a situação mais do tipo "os cães ladram e a caravana passa". Além disso, a Ordem dos Psicólogos Portugueses não viu a luz do dia através do alarido, espalhafato e das luzes da ribalta. Isso não impediu que se tivesse conseguido criar uma.
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Mensagempor psiana » segunda mai 24, 2010 4:53 pm

Cara colega Raquel

Agradeço a sua resposta, mas a mim parece-me que está a simplificar um pouco a situação.
Se, de facto, o problema destes estágios fosse apenas 1 (o de estarem a ser usurpadas funções de psicólogos a pessoas que não são de psicologia) não estava eu assim tão preocupada pois seria fácil resolver-se este problema através da apresentação dos comprovativos da licenciatura em psicologia e respectiva inscrição na OPP.
Contudo, em meu entender existe um problema ainda maior e que tem a ver com as +áreas de pré-especialização. Repare, se um colega de psicologia social e das organizações se deparar no seu estágio em contexto hospitalar com um doente suicida, terá ele know-how para resolver a questão? Bem sei que é psicólogo e contra factos não há argumentos! Mas estará efectivamente preparado? O seu utente será bem atendido, poderá confiar nas competências deste psicólogo? Temo que não! Eu também não me sinto à vontade na área de selecção e recrutamento, visto que sou de clínica e nem me aventuraria a candidatar-me a um emprego destes, nem muito menos a um estágio… mas a colega sabe que há quem o faça, não sabe? Para mim é aqui que reside o grande problema destes estágios e parece-me muito mais importante do que fornecer emprego (nem que seja por 1 ano) a colegas da área.
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Mensagempor Raquel Raimundo » segunda mai 24, 2010 7:49 pm

Não foi por uma questão de querer simplificar que não escrevi nada sobre isso (e ainda menos por achar pouco preocupante). Pretendi cingir-me apenas aquele que poderá ser o âmbito de actuação da OPP, neste momento.

Há um ano atrás não seria possível intervir de forma nenhuma (a não ser recorrendo aos tribunais, suponho) dado que essa não era uma incumbência da Comissão Instaladora da OPP, que tinha funções muito definidas e um campo de actuação restrito. Neste momento temos uma Ordem dos Psicólogos, com órgãos sociais eleitos e que pode actuar a esse nível, isto é, sobre quem pode ou não ser membro e quem usurpa as funções de psicólogo.

Infelizmente o que ainda não temos (neste momento) são colégios de especialidade e, como tal, não é ainda possível actuar a esse nível que refere. Claro que estou completamente de acordo em relação ao facto de não termos formação para actuar em todas as áreas e os psicólogos, em geral, deverem estar todos bem cientes disso. A minha experiência pessoal tem-me feito perceber que quanto mais me especializo e aumento a minha formação, mais consciência tenho das minhas limitações actuais (já para não falar das passadas). Por isso também fico de "boca aberta" perante algumas situações como as que descreve; penso para com os meus botões: ou é inconsciência ou desespero!

A situação dos colégios de especialidade não é algo que se consiga fazer de um dia para o outro, apesar de ter de ser absolutamente feita. Para não me alongar vou-lhe dar 2 exemplos da dificuldade associada a este processo. Os colegas que saiem actualmente com o mestrado integrado da FPCEUP "Intervenção Psicológica, Educação e Desenvolvimento Humano" estarão aptos para exercerem como psicólogos educacionais e/ ou psicólogos clínicos? Os colegas que saíram até há uma década atrás da FPCEUL da licenciatura em psicologia, área de pré-especialização de Psicologia Social e das Organizações (como formação clínica e organizacional) estarão aptos a exercerem como psicólogos das organizações e/ ou clínicos? E só estou a mencionar exemplos da formação base.
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Mensagempor psiana » segunda mai 24, 2010 8:23 pm

Ah... assim já fiquei mais "descansada", Raquel ;)

A questão dos colégios de especialidade é deveras importante e deve, sim, levar o seu tempo a ser resolvida. Mas posso esperar para que isso aconteça, acredite!

Contudo, neste caso dos estágios... é emergente!!! e até mais emergente é consciencializar as pessoas (os psicólogos que se propõem aos estágios)de que, apesar da crise e do desemprego e do défice e etc. (onde incluo o desespero de arranjar um emprego que me pague as contas, por exemplo), estamos a lidar com a vida das pessoas. Uma intervenção mal feita pode causar danos irreparáveis (e até quem é da área não está livre de os cometer!). No meio disto tudo, volto a referir, que espero que os menos prejudicados sejam os utentes que procuram (e sabe-se lá em qe condições de fragiliddae, de vulnerabilidade) os nossos serviços...
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Mensagempor asilvestre » terça mai 25, 2010 1:19 pm

A colega psiana não pode falar sem saber!!! Eu certamente também não sei, mas coloco hipóteses. Por acaso sabe que formação continua/complementar fez a pessoa em questão? Se fez formação no âmbito da psicologia clínica/saúde não vejo qual é o problema de entrar na vaga, mesmo sendo de organizacional!

Acho que não estou a dizer nenhuma asneira... :roll:
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Mensagempor psiana » terça mai 25, 2010 3:59 pm

Não, claro que não está!
Eu refiro-me, obviamente, a pessoas que apenas têm a pré-especialização numa área diferente da qual ficaram colocadas! até porque o contrário seria ridículo, não lhe parece? :roll:
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Mensagempor sinha.guedes » quinta jun 24, 2010 3:22 pm

asilvestre Escreveu:Calma colegas, não vamos colocar os "carros à frente dos bois"!!

A ordem ainda nem sabe ao certo quem é que reconhece como psicólogo ou não quanto mais!!!

Deixem que a ordem se estabeleça primeiro, ainda está em fase de arranque.


" A Ordem ainda nem sabe ao certo quem é que reconhece como psicólogo ou não..." Colega, este teu comentário foi um dos melhores que já vi, ao mesmo tempo que o mais preocupante!
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Tenho medo...

Mensagempor sinha.guedes » quinta jun 24, 2010 3:36 pm

Tenho muito medo... nunca me achei uma grande pessoa por ser licenciada, ou qq coisa parecida, nem tiro partido disso. Até me incomoda qdo alguém me chama de "doutora" Fulana, é verídico! Prefiro que me chamem pelo nome, até por quê, doutora é pra quem tem doutoramento. Acho-me uma grande pessoa pelo meu contexto de vida, pelas minhas superações, e por lutar, com dignidade, por tudo que acredito, e que sirva para a defesa de uma sociedade mais justa. A minha boa auto-estima vem de outros meios, aquém da vida profissional. Mas isso de ficar sem a minha Certificação, de uma hora para outra, está a me fazer sentir muito pequena e frustrada! Por isso digo que tenho medo, sem querer colocar dramaticidade em minhas palavras!
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Mensagempor Marta Esteves » terça jul 06, 2010 5:26 pm

A Ordem já manifestou o seu desagrado perante as listagens, no entanto pelos vistos não podem fazer nada :roll: Então para que serve a Ordem afinal?

Mais informações no site da Ordem: https://www.ordemdospsicologos.pt/noticia/55
Cristina Machado
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Mensagempor Cristina Machado » terça jul 06, 2010 5:57 pm

tenho pena desta situação.

Pois conheço uma pessoa que terminou o 1º ciclo da Licenciatura em Psicologia agora em Julho e ficou colocada na DREN como Psicólogo.

Não dá para compreender como é que a Ordem não pode fazer nada...quando a pessoa a que me refiro teve equivalência a quase todas as cadeiras do 1º ciclo da Licenciatura em Psicologia, excepto a duas, visto ser uma pessoa Licenciada em Aconselhamento Psicossocial e que decidiu ser psicólogo...assim não custa nada.

Não por mim que trabalho, mas pelos colegas que têm habilitações para exercer e não conseguem arranjar emprego.

Outras das coisas que não dá para perceber é como essa mesma pessoa faz orientação vocacional e dá consultas numa clínica privada...se alguém me conseguir explicar isto, eu agradeço...pois acho muito injusto.
vectrapc
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Mensagempor vectrapc » terça jul 06, 2010 8:17 pm

Cristina denuncie a situação, a Ordem não adivinha o que se vai passando, cabe também a cada um de nós denunciar as situações que conhecemos.

Não é só a Ordem que tem de se mexer, somos nós também. Se essa colega (ou parte colega) só tem o 1º ciclo não pode sequer exercer!!! Não podemos nós deixar passar isso.
É melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão
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Mensagempor psiana » terça jul 06, 2010 8:40 pm

Como assim? não teve que comprovar habilitações no local de estágio??????? com 3 anos não pode exercer! Denuncie essa situação, por favor, deve isso a si e todos os que lutamos por uma classe melhor.
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Mensagempor Cristina Machado » terça jul 06, 2010 9:15 pm

Colegas já houve denúncias acerca do caso.

Mas resposta da Ordem ainda não houve.
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Mensagempor vitorcoelho » terça jul 06, 2010 10:27 pm

Cristina Machado Escreveu:Colegas já houve denúncias acerca do caso.

Mas resposta da Ordem ainda não houve.


Parece-me necessário um esclarecimento. Existiram de facto denúncias. Com base nessas denúncias, a Ordem realizou um levantamento exaustivo das situações de colocação e contactou a Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público alertando para um conjunto de irregularidades.

Algumas dessas irregularidades foram sanadas, mas não todas (nem perto disso). A Ordem voltou a alertar a Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público. Ao longo deste processo foram corrigidas mais algumas situações, mas muitas irregularidades ainda se mantiveram.

Esta semana, a Ordem contactou (de novo) Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público e emitiu a declaração que pode ser consultada em https://www.ordemdospsicologos.pt/noticia/55 .

A Ordem tem como intenção continuar a acompanhar o processo e utilizar todos os meios ao seu dispôr para que sejam sanadas todas as irregularidades. No entanto tem de, simultaneamente, tomar as precauções necessárias para que este sanar de irregularidades não se salde na extinção de postos de estágio profissiona, que serão de certeza oportunidades importantes para as pessoas que cumprem adequamente os requisitos estipulados.

Vitor Coelho, OPP
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Mensagempor psiana » quarta jul 07, 2010 11:29 am

Cristina Machado Escreveu:Colegas já houve denúncias acerca do caso.

Mas resposta da Ordem ainda não houve.


Cristina recebi a sua MP, contudo penso que lhe cabe a SI denunciar a situação vist o que é a colega que a conhece e não eu. Apenas acho que nos deve isso a todos nós, psicólogos e a si também.
O facto da situação já ter sido denunciada (aparentemente) não inviabiliza nova denuncia, até porque quem diz ter denunciado pode não o ter feito efectivamente.
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Mensagempor Adoc.eu » sábado jul 17, 2010 5:35 pm

É tão injusto um psicopedagogo ou conselheiro psicossocial fazer de psicólogo, quanto um psicólogo fazer de assistente social, por exemplo.
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Mensagempor psiana » domingo jul 18, 2010 5:33 pm

Adoc.eu Escreveu:É tão injusto um psicopedagogo ou conselheiro psicossocial fazer de psicólogo, quanto um psicólogo fazer de assistente social, por exemplo.


Claro que sim! (embora eu não saiba o que é um conselheiro psicossocial...)
Mas a mim parece-me que isso nem sequer está em qustão! ou está?
Os conteúdos funcionais da carreira são disintos, logo, cada um deve dedicar-se à sua área, naturalmente.
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Mensagempor Adoc.eu » segunda jul 19, 2010 5:46 pm

Certo, mas não podemos olhar só para um lado que é aquele que mais nos convém. Também temos de admitir que muitos psicólogos têm prejudicado outras profissões - que também têm problemas de desemprego - quando aceitam outros conteúdos funcionais. Os psicólogos também são "mal falados" por outros grupos profissionais por essas situações.
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Mensagempor psiana » segunda jul 19, 2010 8:21 pm

Adoc.eu Escreveu:Os psicólogos também são "mal falados" por outros grupos profissionais por essas situações.


Ui... se são!
Mas se há colegas que aceitam "confundir" os conteúdos funcionais só porque lhe dás jeito, aí já é qualquer coisa que nos ultrapassa... está na consciência de quem o pratica. Porém, creio que muitos dos que o fazem muitas vezes nem é por maldade, mas antes por desconhecimento ou por confundir o papel de um psicólogo com intervenção comunitária/social da de um assitente social.
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vvvieira
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Mensagempor vvvieira » quinta set 16, 2010 9:30 am

Na BEP, a maior parte dos anúncios relativos à contratação de Psicólogos contém algo do género:
"Nível habilitacional exigido e área de formação académica ou profissional, sem possibilidade de substituição por formação ou experiência profissional:
a) Licenciatura em Psicologia."
Ou seja:
-indefinição sobre a diferenciação entre Licenciatura e MI
-nada sobre a verificação de inscrição na OPP como membro efectivo
O futuro está à nossa frente. Cabe-nos fazê-lo melhor.

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