Mais tempo para realização de exames

As diferentes correntes e modelos teóricos. Novas abordagens e novos contextos de intervenção. A teoria e a prática, os conceitos e as estratégias. Preocupações éticas e deontológicas. etc.

Moderador: César

Ana Rita
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Mais tempo para realização de exames

Mensagempor Ana Rita » sexta mar 28, 2008 2:23 pm

Colegas, tenho uma dúvida e agradecia se alguém me pudesse esclarecer pois ainda sou verde nestas andanças das NEE. Tenho alguns alunos que já foram referenciados com NEE no passado, mas que evoluiram muito positivamente, de acordo com as avaliações que fiz no presente. Assim, considero que não necessitam de apoio especializado, ainda que demorem mais algum tempo na realização das tarefas. Ou seja, conseguem fazer o que lhes é proposto de forma correcta, têm boas notas e são alunos razoáveis. Acho exagerado terem NEE.
No entanto, a minha dúvida prende-se com os exames. Penso que beneficiariam de mais tempo para realizar os exames. Nestes casos, como costumam fazer? Obrigada.
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
*Marta*
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Mensagempor *Marta* » sexta mar 28, 2008 3:08 pm

Ana Rita,
Eu estou agora a fazer avaliações para essa questão.
Um aluno só pode ter mais tempo para os exames (isto segundo o que me foi dito) se for um aluno com NEE e se tiver um relatório de avaliação psicológica relativamente recente onde indique que realmente ele necessita de mais tempo...
Ou seja, se os retirares das NEE, provavelmente eles perderm esse benefício...
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Mensagempor resomar » sexta mar 28, 2008 7:22 pm

Se a criança não for considerada portadora de NEE esse procedimento não poderá ser implementado. Ao elaborar o PEI do aluno, devem ser incluídas as diferentes adequações ao seu casos especifico. No ambito das condições especiais da avaliação, poderá ser realizada essa alteração. O PEI é da responsabilidade do professor ou educador. O psicólogo é apenas um recurso, uma retaguarda. Poderá dar o seu parecer, mas essa decisão compete ao professor. Na teoria, porque na prática a maioria dos professores considera que nós é que somos responsáveis por estes alunos. E agora, fazendo de advogada do diabo, eu pergunto: se não houvesse psicólogo na escola, como é que eles resolviam estas questões? :wink:
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Mensagempor Ana Rita » sexta mar 28, 2008 10:55 pm

Basicamente sou eu que decido, porque o SPO só é constituído por mim eestá tudo à espera da minhas respostas diariamente...é uma miséria porque não temos professor de educação especial e sinto que muitas crianças com problemas de aprendizagem não vão ter o seguimento devidamente necessário, com planos bem feitos. Os directores de turma estão muito passivos quanto à elaboração dos PEI e tenho que andar atrás dele por causa disso... (o que até compreendo, porque os DT têm imenso trabalho, principalmente naquela escola, mas não me compete a mim fazer o PEI, ainda que a presidente já me tenha dito...tem que ajudar na realização dos PEI :shock: )

Estou a investir na parte clínica porque a maior parte dos problemas escolares têm influências predominantemente emocionais e comportamentais... mas nao chega!! Precisava mesmo de uma colega de educacional, de uma assistente social e e de profs de educação especial.

Muito obrigada pela vossa resposta, pensei que era possivel um aluno ter mais tempo de exame sem estar abrangido pelas NEE. Sendo assim, não pretendo prejudicá-los e terei de os incluir.

Mas já agora, e se não se importarem, mais uma questão: se o aluno com as característics que referi estiver no 5ºano, deverei abrangê-lo pelas NEE só para ter em conta os exames de não sei quantos anos depois (no 10ºano) e ficar já lá esse registo como forma de ficar sinalizado para mais tarde? O que fariam neste caso? Mais uma vez obrigada.
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Mensagempor Ana Rita » sexta mar 28, 2008 11:00 pm

resomar Escreveu: E agora, fazendo de advogada do diabo, eu pergunto: se não houvesse psicólogo na escola, como é que eles resolviam estas questões? :wink:


Sabes como é que resolveram nesta escola até eu ter aparecido? Não resolveram, os processos ficaram pendentes e só agora estão a arrancar...
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Mensagempor *Marta* » sexta mar 28, 2008 11:44 pm

Ana Rita Escreveu:Mas já agora, e se não se importarem, mais uma questão: se o aluno com as característics que referi estiver no 5ºano, deverei abrangê-lo pelas NEE só para ter em conta os exames de não sei quantos anos depois (no 10ºano) e ficar já lá esse registo como forma de ficar sinalizado para mais tarde? O que fariam neste caso? Mais uma vez obrigada.


Provavelmente sim, mas apenas porque estes alunos têm exames nacionais no 6.º ano a Português e Matemática. No entanto, alguém irá elaborar o novo PEI no início de ciclo (nesse caso, do 3.º ciclo) e, mais próximo dos exames, se necessário, esse aluno poderá ser novamente reavaliado de forma a justificar perante o júri de exames o pedido para mais tempo ou para dispensa dos mesmo.
Não sei se estou a pensar correctamente, mas fica a minha opinião!
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Mensagempor SGFernandes » sábado mar 29, 2008 1:12 am

Aconselho a leitura da legislação seguinte (ver Secção III):

http://www.dgidc.min-edu.pt/jneweb/legi ... 202008.pdf

Colega Ana Rita,
Com o novo decreto-lei das NEE a avaliação é ainda mais rigorosa e não basta o psicólogo considerar que o aluno deve ou não ter determinadas medidas educativas. Para que possa ter esse direito, deverá ter NEE de caracter permanente, sendo que a avaliação das mesmas terá de ser feita por referência à CIF, pelo que é necessário determinar se o aluno tem ou não limitações significativas ao nível das funções do corpo e das actividades e participação.
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Mensagempor resomar » sábado mar 29, 2008 10:24 am

Ana Ritaição,
Eu compreendo, porque até eu chegar ao sítio onde trabalho, uma instituição do pré-escolar, e eu era ainda estagiária... Nunca houvera um PEI. E pessoalmente, quando fui integrada na instituição fiz questão de clarificar o meu papel e assumir-me apenas enquanto consultora na elaboração dos planos. Aliás, tendo em conta que são crianças do pré-escolar optei até por sugerir PIAF's. Neste momento, todos os meus NEE têm um plano de trabalho, o que já é uma grande vitória...
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Mensagempor SGFernandes » sábado mar 29, 2008 10:53 am

Na miha escola, apesar de existir docente de educação especial, os antigos PEI (do 319/91) também eram quase todos elaborados por mim. Agora com o novo decreto, uma vez que já está mais clarificado o papel de cada um, já não sou eu que os elaboro, mas colaboro dado que conheço melhor a maioria dos alunos porque já estou na escola há quase 9 anos, enquanto que a docente de EE entrou este ano.
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Mensagempor Ana Rita » sábado mar 29, 2008 1:46 pm

Espero com o tempo conseguir que todos os alunos de NEE tenham um plano de trabalho...neste momento é impossível. Posso dizer-vos que tenho em cima da mesa 90 casos, obviamente com outras problemáticas também que não as NEE, e só estou nesta escola há mês e meio.

Obrigada pela vossa ajuda. Marta, tenho dúvidas em relaçaõ à tua opinião mas vou informar-me junto de outros colegas e depois direi algo por aqui.
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Mensagempor Ana Rita » domingo mar 30, 2008 4:26 pm

Ao ler o manual de apoio à prática da educação especial, é dito que antes de se elaborar a avaliação que determina ou não a necessidade de NEE, deverá haver uma reunião d equipa, nos quais estarão presentes professores, pais e técnicos. O que vejo na prática é que é mt complicado reunir todas estas pessoas ao mesmo tempo, ainda por cima para tantos alunos. Não é suficiente ser-me logo encaminhado para avalição, que é aliás o que estou a fazer (com autorizaçao por escrito dos pais), do que perder imenso tempo a conjugar horários para todas estas pessoas? Falo sempre com o professor que me encaminha (que vem ter comigo), com os pais e com o aluno antes da avaliação, simplesmente não é ao mesmo tempo nem numa reunião conjunta. Não me parece minimamente viável, dado que é uma luta diária conseguir falar com pais (que muitas vezes não aparecem e tenho de remarcar) e com professores e alunos, quanto mais com todos ao mesmo tempo. O que acham sobre isto e qual é a vossa experiência?
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
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Mensagempor resomar » domingo mar 30, 2008 4:50 pm

Ana Rita,
Eu considero fundamental reuniões com todos os intervenientes no processo de intervenção com NEE. Neste tipo de reunião é possível avaliar por exemplo, as expectativas dos pais face aos planos de intervenção. É possível delimitar procedimentos e estratégias comuns. E existem vantagens numa abordagem multidisciplinar a um mesmo caso.
Possivelmente tenho um volume de casos menores na minha instituição, mas tenho alguns procedimentos que podem ser utéis e que na prática funcionam:
1. Reunião inicial para troca de saberes e experiências sobre o aluno: como é logico, nós psicólogos não temos um conhecimento tão profundo do aluno em contexto como o professor que o acompanha e como os pais. Serve também para reflectir sobre PEI's anteriores, assim como sobre relatórios médicos e avaliações já existentes. Também se podem clarificar procedimentos de avaliações. E expectativas dos pais.
2. Definição conjunta do PEI. Nunca se esqueça que este plano é da responsabilidade do professor/educador. O psicólogo é um consultor e um gestor de recursos. Até porque os professores e educadores tendem a considerar que os NEE são nossa responsabilidade. E não são. (Não me interprete mal. O trabalho com NEE é o mais gratificante para mim, são experiências que marcam bastante e nos fazem crescer enquanto pessoas e profissionais)
3. Reuniões periodicas com todos os professores e educadores que têm alunos com NEE para balanço do trabalho realizado e avaliação dos progressos e cumprimento do PEI. Diz-me a experiência que muitos só olham para o PEI no inicio e no final do ano, esquecendo-se que é um trabalho efectivo. E aqui a troca de experiências é fundamental (já tive colegas que se puseram a mexer porque viram que a educadora mais novinha, acabadinha de sair da faculdade as batia aos pontos)
4. Reuniões periodicas com professores e pais. Mas se puder reunir apenas com os pais, já é positivo. Por exemplo, de dois em dois meses.
5. Criação de um dossier individual do aluno, em que são enviadas aos pais planificações de trabalho, o PEI, propostas de actividades para realizar em casa, enfim, material de trabalho. No caso do pré-escolar, registo fotográfico de actividades específicas com a criança resultam bastante bem. Motiva os pais. O Dossier deve conter propostas dos professores e educadores e do psicólogo. A actualização pode ser mensal ou quinzenal, consoante os casos.

Claro que tudo isto implica um grande esforço comum, trabalho de equipa e valorização destas problemáticas. Mas isso são coisas que se conseguem com o tempo. Não há que desistir.
Recomendo a leitura do livro "Including children with special needs" de Mark Wolery que confere inumeras pistas de trabalho e aborda também a questão da intervenção conjunta com as famílias e outros técnicos.
Tenho também algum material de avaliação das necessidades das familias que é bastante interessante. Necessitando disponha.
Espero ter ajudado em alguma coisa.
:wink:
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Mensagempor Ana Rita » domingo mar 30, 2008 5:08 pm

Obrigada, vou guardar este resumo. De momento é de impossível aplicação dado o número de casos, mas futuramente será útil e se existir a tal colaboração de todos os intervenientes.
Porque não é só o número de casos, mas o tipo de casos. Tenho encarregados de educação (e não são poucos) que contacto há um mês, que dizem que vêm, e que depois simplesmente não aparecem. Depois entra a questão de sinalizar ou não para a CPCJ, o que implica novamente outro tipo de procedimentos...se tudo fosse estanque e solucionável por parâmetros de fácil definição teórica, estas leis arrancavam na prática sem grandes problemas!
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Mensagempor resomar » domingo mar 30, 2008 5:13 pm

Sim, mas a sinalização para a CPCJ é outra questão.
Como é lógico, não é fácil. Alias até hà bem pouco tempo a nossa legislação estava baseada em dois modelos: o de integração e de inclusão, o que a tornava bastante confusa. De qualquer modo, há que não desistir.
A minha experiência com pais é semelhante, mas há de tudo. Até pessoas colaborantes. Mas o pior nem são os que não aparecem. São os "falsos clientes"...
:roll:
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Mensagempor resomar » domingo mar 30, 2008 5:21 pm

Colega Ana Rita,
Mais uma questão sobre a intrervenção com NEE. Defina responsabilidades! Parece uma coisa muito básica, mas é um pormenor fundamental, porque diz-me a experiência que se não fizermos o trabalho que deve ser executado por toda uma equipa recai sobre nós, psicólogos.
Última edição por resomar em domingo mar 30, 2008 5:22 pm, editado 1 vez no total.
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Mensagempor Ana Rita » domingo mar 30, 2008 5:22 pm

Sim, sem dúvida, os falsos clientes são outro dos problemas, em que as parências prevalecem mas não perduram. Esses encontram-se bastante nos colégios privados :wink: lol.
Nesse sentido costumo dizer na brincadeira que gosto mais de trabalhar numa escola integrada num dos piores bairros do país do que gostaria num colégio xpto. Ao menos a realidade nua e crua fica estampada no rosto, em vez de andar a tentar perceber o jogos de falsa colaboração.

Sim colega, já estou alerta desde o início para as responsabilidades de outros! Caso contrário somos esmagados! Mas nunca desisto :wink:
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Mensagempor resomar » domingo mar 30, 2008 5:27 pm

Isso não se verifica apenas nos colégios xpto...
Eu trabalho numa IPSS, logo contacto com todo o tipo de pessoas. E quer nos estratos mais elevados, quer nos mais baixos essas coisas ocorrem... O que acha de familias que até comparecem a atendimentos, e mesmo quando estrategias são construidas numa logica colaborativa, não as aplicam? em casos sociais mais complicados muitas vezes aparecem apenas aparecem como medo de perderem apoios ou que sejam prestadas informações desfavoráveis à CPCJ...
Há algo que resulta quando nos deixam à espera... As duas primeiras vezes passam. A terceira manda uma convocatória por escrito, assinada por si, pelo DT e pelo presidente do conselho executivo... Normalmente, até surgem antes do dia marcado... :lol:
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Mensagempor Ana Rita » domingo mar 30, 2008 5:40 pm

Eu sei que não...mas não resisiti ao paralelismo. Infelizmente já percebi que a CPCJ funciona para muitos pais como medida coerciva e não enquanto entidade colaboradora dessas famílias. Por exemplo, há professores que fzem chantagem emocional, dizendo aos pais que se eles não forem à escola, vão à CPCJ denunciar! De facto nessas alturas aparecem! Nunca fiz isso, porque não me faz sentido, mas que dá vontade dá.
Trabalho por ex. com muitas pessoas de comunidade cigana em que os filhos só estão na escola para receberem os subsídios da segurança social. Não se pode esperar destes casos espíritos colaborantes, porque o objectivo não parte deles, apenas de nós que encaramos a sociedade de outra forma e em que consideramos a escola algo de básico e fundamental.
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
*Marta*
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Mensagempor *Marta* » domingo mar 30, 2008 11:12 pm

Concordo com vocês em tudo o que foi dito... Mas reunir os pais uma vez por ano às vezes já é impossível (ou porque não querem, ou trabalham fora e só estão os avós que não entendem porque é que têm de ir, ou porque têm de apanhar transportes e não podem gastar dinheiro nisso...).
A responsabilização de casa um nos seus papéis é importante... mas... é realmente difícil!

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