“Viciado” em jogo de computador?

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“Viciado” em jogo de computador?

Mensagempor becamor » terça jan 15, 2008 12:41 am

Olá!
Bem hajam por este espaço, pois estou a precisar de falar com alguém ligado à Psicologia sobre um assunto que me tem vindo a atormentar há já vários meses, anos até: não sei até que ponto o meu marido está “viciado” num jogo de computador.

Estamos ambos na casa dos 30 e estamos casados há quase 5 anos, após outros 5 de namoro. Ele é técnico de informática e – claro está – foi sempre muito ligado a novas tecnologias.

Já quando namorávamos ele gostava de jogos de computador e de “PlayStation”, mas foi há cerca de 2 anos, incentivado por um amigo, quando começou a jogar o “World of WarCraft” (“WoW”), um jogo online em que várias pessoas jogam em simultâneo, que este passatempo começou a tomar proporções quanto a mim negativas, para dizer o mínimo.

Ele tem um trabalho que o obriga a percorrer todo o Norte de Portugal. É óbvio que é fatigante. Ao fim-de-semana e nas horas fora do expediente à semana, dificilmente conseguimos sair, porque ele diz que está cansado de andar na rua. E se aceita sair, na maioria das vezes vai contrariado e está sempre com pressa de voltar. Passa então horas e horas a fio a jogar “WoW”. Quase todos os dias se deita já passam das 2 da manhã para se levantar às 8:00. Preocupa-me ele andar todo o dia a conduzir com tão poucas horas de sono.

Recentemente fomos pais. De início ele foi um pai exemplar, extremoso e muito dedicado ao filho. Agora que o bebé está maior, nem sempre é assim. Não digo que ele não ame o filho mais que tudo na vida, pois eu sei que ama, mas o tempo livre que lhe dedica é pouco. Chegado a casa, põe-se à vontade, às vezes brinca uns minutos com o filho e lá vai ele para a frente do computador para mais uma maratona do “WoW”.

Há dias em que o tenho de chamar vezes sem conta para ele vir jantar a horas decentes. Outros diz que não tem fome e acaba por comer qualquer coisa tarde e a más horas.

Pouco ajuda nos cuidados do filho. Infelizmente fiquei desempregada e, embora às vezes ele diga que não pensa assim, sei que na cabeça dele eu não faço nada, portanto tenho mais é de tratar sozinha da casa e do nosso filho. Eu tenho imenso prazer em cuidar do bebé, sinto-me uma privilegiada por poder estar sempre com ele, mas penso que todos sairíamos a ganhar se houvesse mais envolvimento por parte parte do pai.

A nossa vida conjugal também está a deteriorar-se. Deito-me quase sempre sozinha, porque ele fica a jogar até tarde, na maior parte das vezes nem dou conta das horas a que ele se deita. De manhã ele sai para trabalhar, às vezes vem almoçar, depois torna a sair para o trabalho, regressa ao final da tarde, vai para o jogo e assim são os nossos dias. Se o interrompo para conversarmos ou para lhe pedir alguma coisa sou quase sempre recebida com uma resposta “torta”. Reclama sempre que passa o dia a aturar os outros e que chega à noite e tem de me aturar a mim. Está a corroer-me pensar que cada vez faço menos parte das prioridades dele. Sinto que sou posta em segundo plano por causa de um jogo.

Irrita-me igualmente a maneira dele um tanto cobarde de encarar os problemas da “vida real”: faz de conta que não existem. Para não ter de se preocupar, não quer sequer ouvir falar das situações.

É perfeitamente aceitável e saudável que uma pessoa tenha um passatempo, eu também os tenho, mas acho que no caso do meu marido o jogo “WoW” já vai muito além de um passatempo. Não sei se o possa chamar de “viciado”, pois não sei será o termo correcto, mas que o facto está a influir muito negativamente na nossa relação, disso não tenho dúvidas. Não me importava que ele jogasse desde que tivesse limites. Não é jogar 5-6 horas quase ininterruptamente, quando não são 8-10 horas ao fim-de-semana, sem se importar com quem o rodeia!

A família e os amigos já se aperceberam desta sua “adição”. Quando temos visitas às vezes tenho de zangar-me para ele largar o computador. É no mínimo uma falta de consideração. A mãe também o critica, mas ele tende a desdramatizar a situação.

O jogo é o motivo de quase todas as nossas discussões. Ele argumenta perguntando se eu preferia que ele passasse o mesmo tempo fora de casa, em bares e por aí. É certo que ele está em casa, mas é como se estivesse e não estivesse ao mesmo tempo! Na lógica dele, eu é que sou culpada pela nossa relação não ir bem, porque não lhe dou paz.

À frente do écran transforma-se num ser alheado, agarrado ao rato e ao teclado, sem ver e ouvir nada nem ninguém ao seu redor, sempre de auscultadores, a praguejar pelo microfone sabe-se lá com quem do outro lado. Fica nervoso quando o jogo corre mal, nota-se que vive mesmo aquilo. Nunca pode largar o jogo, porque tem sempre “a”, “b” ou “c” à espera e não pode abandonar assim de repente a equipa... Mas agora a minha vida depende dos horários de um jogo?!

Sinto que estou a chegar ao meu limite. Já ameacei deixá-lo e levar o nosso filho, mas falta-me coragem. Amo-o e quero de volta o meu marido amoroso, meio tosco mais amoroso. Durante uns dias ele joga de forma mais ponderada, mas depois volta às sessões quase non-stop.

Será que ele não percebe que eu estou infeliz, que não temos diálogo, que ele está a destruir o nosso casamento por causa de um jogo?!
Profissionalmente também não estou numa boa fase, estou a tentar dar um novo rumo à minha vida e o ânimo não é dos melhores, por isso não sei se estou a ser mesquinha e injusta, mas pedir que ele dedique um bocado do seu tempo livre à família é exigir demais?

Por favor dêem-me as vossas opiniões sobre o que devo fazer, pois a situação está a fugir do meu controlo. Muito obrigada. Desculpem o “testamento”.
*Marta*
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Mensagempor *Marta* » terça jan 15, 2008 2:15 am

Olá Becamor!

Antes de mais, parabéns pela sua coragem que teve em expor publicamente a sua situação actual.
Depois de ter lido atentamente o seu testemunho, parece-me que efectivamente o seu marido está a entrar numa situação obsessiva pelo jogo, aquilo a que apelidou de vício, uma vez que toda a sua vida (familiar, emocional, espacio-temporal, etc.) está dependente do mesmo.
A Becamor já reconheceu a situação como um problema, mas para que o seu marido peça ajuda terá de reconhecê-lo também como tal. Identificarmos um problema e senti-lo como nosso é o primeiro passo para procurar uma solução para o mesmo.
Esse é um trabalho difícil, uma vez que o seu marido tenderá a desdramatizar a situação, mas caberá não só a si como também aos familiares e amigos próximos consciencializá-lo da sua situação actual, a partir dos exemplos que refere aqui no seu post. A partir do momento em que se consciencialize que tem um problema, o passo seguinte é resolvê-lo, pelo que lhe sugiro que procure um psicólogo com competências de intervenção em comportamentos aditivos.
Boa sorte e, sempre que necessite, este fórum está aberto para as suas questões!
Ana Rita
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Mensagempor Ana Rita » terça jan 15, 2008 1:08 pm

Olá Becamor,

Foi através de colegas (jogadores) que ouvi falar desses jogos on-line e sei que uma das suas características é a facilidade com que "viciam" os jogadores. Alguns disseram-me inclusivé que é dificil para quem está de fora perceber a intensidade do jogo e o quanto este passa a fazer parte da vida da pessoa. No entanto, as pessoas com quem falei tinham consciência do quanto aquele jogo estava a colidir com as suas "tarefas normais" do dia a dia e tentavam que isso não acontecesse de uma forma exagerada (não sei se com sucesso, espero que sim).

O que claramente está acontecer ao seu marido, e como a Marta já referiu, é que ele está a negar os efeitos negativos que esse vício está a causar às relações que o rodeiam (mulher, filho, amigos, etc). Colocar as culpas em si é uma forma de não se confrontar com este problema.

Enquanto ele não estiver disposto a encarar esta adicção, dificilmente procurará ajuda. Esperemos que em breve isso mude, porque não é algo que dependa exclusivamente de si, muito pelo contrário. Boa sorte e que tudo corra pelo melhor.
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
becamor
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Mensagempor becamor » terça jan 15, 2008 7:52 pm

Muitíssimo obrigada Marta e Ana Rita! Nem sabem como é importante para mim obter uma opinião de terceiros, tanto mais que vocês estão mais habilitadas para falar sobre estes assuntos do que a maioria das pessoas que conheço.

Já desconfiava que o primeiro passo tinha de partir da parte do meu marido. Receio que vá ser difícil ele tomar a iniciativa, mas talvez vá incentivá-lo mostrando-lhe este mesmo tópico. Não posso é conformar-me, porque é algo que me faz infeliz.

Como disse, não me importo nada que ele jogue, mas ele tem saber pôr limites, porque há muito mais para viver!

Muito obrigada!
aniger
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Mensagempor aniger » terça jan 15, 2008 9:03 pm

Concordo com tudo o que foi dito anteriormente , e acrescento que realmente os jogos podem viciar muito mais quando eles atraem a pessoa em questão para uma realidade à parte , este tipo de jogos como o WOW é conhecido por levar as pessoas a passarem muitas horas por dia a jogarem por querem viver aquela vida virtual ficam completamente submersos naquela história....


Agora somente com força de vontade se pode sair desse vício , há que fazer ver que o seu marido está a deixar determinadas coisas da vida dele para trás como o ver crescer o vosso filho , sair com amigos , divertir-se.

recomendo que o seu marido leia esta discussão : http://ask.slashdot.org/askslashdot/06/ ... 7243.shtml

Porque ai estão testemunhos de pessoas que tal como o seu marido estão viciados no jogo World of WarCraft , pode ser que assim ele de o primeiro passo .
Imagem
Ψ Mestrado em Psicologia Clínica
becamor
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Mensagempor becamor » quarta jan 16, 2008 1:42 am

Muito obrigada "aniger"!

Vou procurar ler a discussão que menciona com toda a atenção.

É uma grande ajuda, muito obrigada!
becamor
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Daqui fala o marido

Mensagempor becamor » sábado fev 09, 2008 11:09 pm

Direito de resposta!

Eu jogo porque gosto de jogar, já fui viciado em tabaco (droga), fumava 2 maços de SG Ventil por dia! Quando comecei a namorar com ela, deixei o tabaco, coisa que dizem ser difícil de deixar, deixei de um dia para o outro, porque o quis! E digo-vos que o wow é hobby saudável comparado com outros de elevado risco e dispendiosos. Não considero um vício considero que um vício implica dependência psico-fisica e a minha dependência é unicamente ocupacional (e de educação), pois e ela nota a minha falta, que diria a minha mãe do meu pai que saía de casa para ir jogar cartas até às tantas, para casa dos amigos!

Faço depender as minhas alegrias de mim próprio, pois entendo ser a melhor forma de não ter desgostos! Compreendo a necessidade daqueles que me rodeiam de ter a minha companhia, mas não gosto que me imponham a sua companhia pois entendo que isso em vez de ajudar só prejudica pois impede o reconhecimento por mim da necessidade da sua companhia!

A minha profissão permite que muitas vezes venha ou esteja em casa durante a hora de expediente, coisa que nem todos os maridos tem e as suas esposas não vêm queixar-se que os maridos não vêm para casa durante o dia!

O que se passa é que a minha amada esposa, sim amada, e não ironicamente "amada", está em casa desde que entrou de licença de parto e por isso, despedida por mútuo acordo pois não é ambiente ir trabalhar para um local onde não se é desejada, desde 1 de outubro de 2006, e apesar do trabalho que o filho lhe trás ele deve, penso eu, sentir uma falta de ocupação e eventual inutilidade, divido à situação em que se encontra, apesar de eu nunca ter sugerido sequer que ela fosse trabalhar, embora lhe tenha sugerido arranjar uma ocupação se sentir essa necessidade!

Pegando no jogo, não o considero prejudicial visto não afectar o nosso orçamento familiar, nem sequer profissional. Se é verdade que passo muitas horas no jogo, não sei, pois não dou pelo tempo passar. Mas como ó jogo é feito por pessoas, como eu, e se assumi compromissos (não invioláveis) e me proponho a cumpri-los, como qualquer desporto, é natural que o tempo em que estou a jogar seja retirado do meu tempo livre mas que não terá de ser obrigatoriamente da família (podia ir ao café com os amigos)! Tem uma grande mais valia, não saio de casa, e não estou ausente como a minha esposa quer fazer passar!

Não sou um ermita, o meu trabalho é técnico, viajo muito, faço centenas de quilómetros por dia... por dia, não por mês nem por ano! É natural que esteja cansado de andar de carro! Aí tenho que admitir, não gosto muito de sair de casa por esse facto.

Não sou doente, não estou doente e gosto de muito de jogar WoW, e gosto muito de miúdas giras, mas nunca fui infiel, nem serei, à minha esposa, apesar de no meu trabalho, nos meus clientes me dar com muitas caras lindas (será isso um vício?).

Respondi para tirar os bichos da cabeça de alguns leitores e de alguns Senhores Doutores, que muito respeito e admiro. E como rir é o melhor remédio do mundo, agora riam-se porque é saudável!

E acreditem se eu fosse doente não perdia o meu tempo a desabafar de uma forma tão inocente e engraçada aos desabafos da minha esposa!

Quanto ao meu filhote, esse sim é o meu vicio, a minha doença e a minha principal alegria!

Mais haveria para dizer, mas fico-me por aqui! :|

PS.: A minha esposa leu isto antes de eu o publicar!
Ana Rita
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Mensagempor Ana Rita » domingo fev 10, 2008 5:52 pm

Ainda bem que chegaram a um consenso. Felicidades! :)
Se caíres sete vezes, levanta-te oito.
anasofia
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Mensagempor anasofia » domingo fev 10, 2008 7:27 pm

~Concordo com a Ana Rita!
As pessoas têm que falar para se entenderem e parece-me que vocês já o fizeram!

Felicidades.
becamor
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Mensagempor becamor » segunda fev 11, 2008 12:50 pm

Obrigada pela vossa ajuda!
De facto, os ânimos andam mais pacíficos cá por casa!
taniap
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OLÁ

Mensagempor taniap » segunda fev 18, 2008 11:23 pm

Olá ao Casal Becaamor,
Para a senhora que não conheço, apenas li, e pelo que li parecia um Deja vu, do que ja passei, só a diferença é que o vicio era os chat's. Quase me levou à separação, pois por não ter atenção comecei a ficar fria... chegamos mm a falar de cada umir para seu lado, só não houve pk eu pensei mt, e tinhamos um menino pequeno.
Agora perguntam, como foi que resolvi, pois é, não rersolvi mesmo... por infortunio do destino ele faleceu e nós ficamos sem dar solução a um problema...
por isso vos digo, reflitam, não deem importancia a coisas pequenas, e vivam a vida, amem-se, conversem, tentem estar mais juntos quanto possivel, pois voces ainda vão a tempo.... eu não.
Espero que tenha ajudado de alguma forma..
Bem hajam.
kika
becamor
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Mensagempor becamor » terça fev 19, 2008 1:18 am

Olá "taniap",
Fiquei muito sensibilizada com o seu depoimento.
Realmente perante tamanha tragédia, todas estes conflitos assumem uma dimensão muito perto do ridículo.
Muita força!
taniap
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Obrigada

Mensagempor taniap » terça fev 19, 2008 9:30 pm

Olá mais uma vez..
Eu resolvi escrever na tua Nota, não para me dares força, mas sim para te dar muita força a ti... e pk ja passei quase pela mm experiencia achei que devia divulgar...
eu felizmente tenho mm muita força, apesar de ás X não parecer...
kika
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Obrigada!

Mensagempor becamor » terça fev 19, 2008 9:48 pm

Obrigada Kika! Um bem haja!
NunoF
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Mensagempor NunoF » sexta fev 22, 2008 7:38 pm

becamor Escreveu:Obrigada pela vossa ajuda!
De facto, os ânimos andam mais pacíficos cá por casa!


Estamos aqui para ajudar.

Qualquer coisa não hesite, temos pessoas competentes aqui.

Bom fim semana para todos vós. :D
Vendo pizzas congeladas :D
becamor
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Mensagempor becamor » sexta fev 22, 2008 9:50 pm

Muito obrigada!

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