Famosos... mas nem tanto!

A partir da articulação das principais correntes da Psicologia e das dimensões psíquicas e comunicacionais idiossincráticas, pretende-se a elaboração de uma abordagem das relações entre arte, cultura, psicologia e desenvolvimento humano.

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João Batista de Lacerda
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Famosos... mas nem tanto!

Mensagempor João Batista de Lacerda » terça fev 02, 2010 10:19 pm

Famosos... mas nem tanto!

Boa parte dos personagens famosos dos séculos passados, os quais foram os formadores de conceitos para servir de base para as faculdades, incorreram no grave erro de terem uma visão estreita nas ciências filosóficas, psicológicas, teológicas, sociológicas.

Poucos deles tiveram uma visão ampla, completa, como Sócrates e Jesus Cristo.

E os que tiveram uma visão mais expandida foram deixados à margem do caminho, pois "as cabeças pensantes" das faculdades avaliavam e avaliam que, se a faculdade passar a adotar novas visões, novos conceitos, significava e significa retroceder e perder os créditos perante uma sociedade que está habituada a pensar e reagir dentro de determinados padrões pré-estabelecidos.

Esses não evoluem e tampouco deixam que os mais jovens evoluam nesses valores básicos, ou seja, filosofia, psicologia, teologia, sociologia.

Os tais personagens famosos pecaram, erraram, ao avaliar tais ciências como coisas separadas, sem relação.

Sócrates, Jesus e outros não precisaram de anos e anos de faculdade para aprender coisas tão básicas, básicas sim, para aqueles que possuíam e possuem os dons básicos de Deus em si mesmos, ou seja, a suprema bondade, que é o primeiro pilar da edificação.

Uma vez que este estiver edificado, abre o caminho para o segundo pilar, a suprema sabedoria.

Desses dois e a aplicação prática deles, surge o terceiro pilar, o poder, com o qual Jesus controlava os elementos desencadeados da natureza, multiplicava os pães e curava os doentes.

Da perfeita aplicação desses dons surge a edificação do homem integral, o homem renascido da ignorância!

Os tais personagens famosos foram homens que não tiveram em si mesmos os três pilares básicos, portanto falharam e assim vêm falhando os profissionais formados nessas faculdades.

É por isso que é muito comum de se ver muitos deles como máquinas ressecadas do óleo divino, descrentes de tudo, até mesmo de um Pai criador de tudo que existe, incluindo eles mesmos, esse Pai de infinita bondade, infinita sabedoria, infinito poder.

Querer separar essas ciências é o mesmo que querer separar a semente da árvore, o esperma e o óvulo do ser humano gerado, separar Deus de sua criação.

Não foi isso que disse um dos nossos sábios "nada se cria nada se perde, tudo se transforma".

Nem parece que estamos em pleno século 21 com tecnologias tão avançadas, tão avançadas que o homem fica abobalhado com elas, a ponto de dedica-lhes grande parte de seu precioso tempo, esquecendo de si mesmo e por extensão esquecendo de seu próprio criador!

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