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Combate ao vício

2004
isaco@terra.com.br
Técnico em assuntos educacionais há 30 anos. Coordenador da equipa da Consultoria Acadêmico-Educacional - CAED (www.caed.inf.br)

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Combate ao vício Armando Correa de Siqueira Neto

O vício, à semelhança da virtude, é um hábito. Só que, ao contrário da virtude, caracteriza uma disposição estável para a prática de algum “mal”. Assim, por exemplo, fumar é um vício, caracterizado pelo hábito de fumar, considerado prejudicial à saúde.

Ambos, virtude e vício, são em parte inatos e adquiridos. Inatos, enquanto encontram em nós uma predisposição, às vezes até genética ou hereditária, seja para a prática do bem seja para a prática do mal. Adquiridos, uma vez que se desenvolvem, a virtude, em decorrência de muito esforço; o vício, que também cria raízes profundas e até dependência física, por concessões nossas e influências externas ou do ambiente.

Uma vez instalado e disseminado o vício, em geral se tenta combatê-lo. Assim também, por exemplo, com relação ao cigarro, há hoje em dia inúmeras campanhas antitabagistas, de caráter paliativo, pois, sem dúvida, é sempre melhor nem contrair vícios. Prevenir ainda é o melhor remédio: “difficulter reciduntur vitia, quae nobiscum creverunt” (Sêneca, De ira, II, 18). Dificilmente desaparecerão os vícios que cresceram conosco...

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